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Oferta Formativa
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Documentos
Consulta e download de documentos e formulários.
Legislação
Consulte a legislação em vigor
Plano de Formação 2025-2026 (Janeiro-Julho): AQUI
1. As inscrições processam-se online, na plataforma digital do CFAE Rui Grácio, em que o docente deve criar /atualizar conta, no seguinte link: https://centroruigracio.cfae.pt/
3. No separador “Documentos” da plataforma, os interessados podem consultar o Manual do Utilizador da Plataforma do CFAE Rui Grácio.
4. Após criar/atualizar conta na plataforma, o docente deverá selecionar a oferta formativa e depois a ação pretendida, selecionando o dispositivo “Inscrever-me”, passando o rato sobre o cartaz, ou selecionando “Inscrever-me” no final do programa de cada ação.
6. Será enviado um e-mail de admissão aos docentes selecionados, antes do início de cada ação de formação.
7. No caso das ações em regime e-learning ou b-learning, serão enviadas instruções para os formandos se registarem no Moodle do CFAE Rui Grácio. A credenciais de acesso ao Moodle e às disciplinas, bem como os links de acesso a videoconferências, não podem ser partilhados com outros docentes.
CÓDIGO DE CONDUTA EM REGIME DE FORMAÇÃO A DISTÂNCIA
As ações de formação a decorrer a distância, em regime e-learning ou b-learning, obedecerão a um código de conduta ética, a ser seguido por todos os participantes. O código de conduta será enviado a todos os formandos no e-mail de admissão para a frequência das ações de formação online.
Plataforma Moodle do CFAE Rui Grácio: https://moodlecfrg.esjd.pt/
A Avaliação Externa do Desempenho Docente processa-se através desta plataforma, na funcionalidade AEDD. Consulte o Manual AEDD do Docente: AQUI
Conheça as iniciativas dos CFAE ao longo dos anos no site MEMÓRIAS DOS CFAE: https://memoriascfae.pt/destaques/
DIVULGAÇÃO
Boccia DI – Metodologias de Ensino, Treino e Inclusão no Contexto Educativo e Desporto Adaptado
ACD
6.0 horas
Presencial
Professores de Educação Física (Gr. 260 e 620) e de Educação Especial (910); Técnicos e treinadores de desporto adaptado; Outros agentes educativos envolvidos na intervenção com alunos com deficiência
A presente ação surge da necessidade de capacitar professores e técnicos para a intervenção pedagógica e desportiva junto de alunos com deficiência intelectual e desenvolvimental, promovendo práticas inclusivas e ajustadas às suas características.
Os indivíduos com DID apresentam frequentemente ...
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Ref. 2861 Inscrições abertas até 2026-05-13 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD28/25-26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-05-15
Fim: 2026-05-16
Regime: Presencial
Local: Centro Social de Almádena (Lagos)
Formador
Rita Isabel Rijo Carlota
Ricardo Manuel Carvalho de Sá
Destinatários
Professores de Educação Física (Gr. 260 e 620) e de Educação Especial (910); Técnicos e treinadores de desporto adaptado; Outros agentes educativos envolvidos na intervenção com alunos com deficiência
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
NECI - Núcleo Especializado para o Cidadão Incluso - em parceria com o Centro de Formação Dr. Rui Grácio.
Enquadramento
A presente ação surge da necessidade de capacitar professores e técnicos para a intervenção pedagógica e desportiva junto de alunos com deficiência intelectual e desenvolvimental, promovendo práticas inclusivas e ajustadas às suas características. Os indivíduos com DID apresentam frequentemente dificuldades ao nível do processamento de informação, atenção, comunicação, cumprimento de regras e controlo comportamental, exigindo estratégias pedagógicas diferenciadas . Simultaneamente, verifica-se nesta população: - níveis elevados de sedentarismo - fraca aptidão física - menor qualidade de vida O Boccia DI assume-se como uma resposta educativa e desportiva inclusiva, promovendo: - desenvolvimento cognitivo, motor e social - melhoria da qualidade de vida - participação ativa em contexto escolar e comunitário A ação enquadra-se ainda no Projeto Nacional de Boccia DI, que visa expandir a prática a escolas, instituições e comunidades, através da formação, competição e sensibilização.
Objetivos
- Compreender o enquadramento do Boccia DI enquanto modalidade inclusiva; - Conhecer a visão, missão e objetivos do Projeto Nacional de Boccia DI ; - Desenvolver competências ao nível da metodologia de ensino/aprendizagem; - Aplicar estratégias de adaptação pedagógica a alunos com DID; - Promover o desenvolvimento das dimensões técnica, tática, física e psicológica; - Capacitar para a implementação da modalidade em contexto escolar e institucional.
Conteúdos
Enquadramento do Boccia DI (origem, evolução e contexto atual) Benefícios da prática (cognitivos, sociais e físicos) Caracterização da deficiência intelectual e desenvolvimental Estratégias pedagógicas e adaptações Metodologia de ensino/aprendizagem Progressão didática (nível base e avançado) Prova de skills (vertente lúdico-recreativa) Prova de jogo (vertente competitiva) Desenvolvimento das dimensões de rendimento: - Técnica - Tática - Física - Psicológica BIBLIOGRAFIA Regulamento Geral de Equipas de Boccia DI 2026 Regulamento Geral Individual de Boccia DI 2026 Organização Mundial de Saúde – Recomendações para a Atividade Física e Comportamento Sedentário Gerald&Hahn,2014;Kapsaletal.,2019;Puceetal.,2019 AmericanPsychiatricAssociation,2014;Soares;AAIDD,2021;Schalocketal.,2021
Metodologias
Componente teórica: Exposição dialogada dos conteúdos Apresentação do Projeto Nacional de Boccia DI Análise das características da população-alvo Exploração de estratégias pedagógicas e adaptações Componente prática: Demonstração e experimentação de exercícios Aplicação de metodologias de ensino das provas de skills e jogo Simulação de situações reais de treino Progressão didática do nível base ao avançado A metodologia privilegia a relação progressiva: - Eu–Bola - Eu–Bola–Alvo - Eu–Bola–Colega–Adversário–Alvo
Modelo
Questionário online de avaliação da ação (obrigatório). Reflexão escrita individual sobre a formação e o seu impacto no desenvolvimento profissional.
Observações
FORMADORES RICARDO MANUEL CARVALHO DE SÁ Ricardo Carvalho de Sá é licenciado em Educação Física pela Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e Pós-Graduado em Didáticas Especiais da Educação Física e Desporto pela Universidade de Vigo; Obteve várias formações nacionais e internacionais na área do desporto para as pessoas com deficiência. - Técnico Inserido nos Programas de Preparação Paralímpica de Londres 2012 e Rio 2016 - Prémio de Mérito Desportivo Atribuído Pelo Governo de Portugal Pela Obtenção de Resultados de Excelência Internacionais - Técnico Nacional de Boccia DI da ANDDI-PORTUGAL - Associação Nacional de Desporto para o Desenvolvimento Intelectual - Consultor da Zona Norte do Comité Paralímpico de Portugal no Projeto «Dia Paralímpico Jovem» RITA ISABEL RIJO CARLOTA Rita Isabel Rijo Carlota é Licenciada em Psicologia e tem um Mestrado em Psicologia clinica e da saúde. Exerce as funçoes de Psicóloga clínica e da saúde, sendo membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Tem desenvolvido o seu trabalho sobretudo na área da deficiência, acompanhando jovens e adultos em contexto clínico e institucional. Atualmente integra um Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão, onde promove o bem-estar psicológico e a autonomia das pessoas com deficiência. O seu percurso formativo e profissional tem sido orientado para a intervenção psicológica, inclusão e qualidade de vida nesta população.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Laboratórios Abertos: Metodologias Ativas e Ciência Experimental no 1.º Ciclo
Oficina
50.0 horas
Presencial
Professores do Grupo 110
Esta oficina de formação é da iniciativa do Centro Ciência Viva de Lagos - CCVL, articulada com o projeto ESCOLA CIÊNCIA VIVA, em parceria com o Centro de Formação Dr. Rui Grácio.
A evolução tecnológica e as novas competências exigidas aos cidadãos do século XXI tornam essencial a atualização das práticas ...
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Ref. 2871 Inscrições abertas até 2026-05-14 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139130/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2026-05-15
Fim: 2026-06-29
Regime: Presencial
Local: Centro Ciência Viva de Lagos - CCVL
Formador
Sara Mira
Ricardo Jorge dos Santos Nunes
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro Ciência Viva de Lagos - CCVL, em parceria com o Centro de Formação Dr. Rui Grácio
Enquadramento
Esta oficina de formação é da iniciativa do Centro Ciência Viva de Lagos - CCVL, articulada com o projeto ESCOLA CIÊNCIA VIVA, em parceria com o Centro de Formação Dr. Rui Grácio. A evolução tecnológica e as novas competências exigidas aos cidadãos do século XXI tornam essencial a atualização das práticas educativas. A sala de aula tradicional já não responde às necessidades da geração digital, que aprende melhor através de abordagens ativas, colaborativas e interligadas com o mundo real. Os professores reconhecem, por isso, a necessidade de desenvolver metodologias que reforcem a motivação dos alunos e estejam alinhadas com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Nas áreas da matemática, ciências, engenharias e tecnologias, a componente experimental e o trabalho de projeto assumem particular relevância. A metodologia IBSE favorece a investigação, a resolução de problemas e o pensamento crítico, mas a sua implementação exige formação que apoie os docentes na criação de atividades práticas, interdisciplinares e tecnologicamente enriquecidas. Esta oficina procura responder a estes desafios, dotando os participantes de estratégias e ferramentas para integrar práticas inovadoras no ensino. Inclui também os princípios do open schooling, promovendo a colaboração entre escola e comunidade, o envolvimento de parceiros externos e o desenvolvimento de projetos ligados ao contexto local. Assim, pretende-se capacitar os docentes para um ensino mais diversificado, participativo e alinhado com modelos educativos contemporâneos, contribuindo para ambientes de aprendizagem mais motivadores e relevantes para os alunos.
Objetivos
Esta oficina tem como principais objetivos o desenvolvimento de competências em metodologias ativas e colaborativas, nomeadamente: 1. Desenvolver competências para a implementação de práticas pedagógicas inovadoras, integrando a metodologia IBSE, princípios de open schooling e estratégias de aprendizagem ativa 2. Promover a articulação entre escola, comunidade e diferentes áreas do conhecimento, reforçando o impacto educativo do projeto nacional Escola Ciência Viva. 3. Capacitar-se para conceber, aplicar e refletir sobre atividades experimentais, cooperativas e digitalmente enriquecidas. 4. Participar de forma ativa na preparação, organização e execução das iniciativas do projeto Escola Ciência Viva. 5. Planear e implementar atividades práticas baseadas em IBSE e Open Schooling, dirigidas a alunos do 1.º ciclo e articuladas com o currículo. 6. Integrar estratégias de trabalho experimental, aprendizagem cooperativa e utilização de ferramentas digitais em sala de aula.
Conteúdos
A oficina será desenvolvida com base em metodologias ativas que privilegiam a participação dos formandos, a reflexão crítica e a aplicação direta dos conhecimentos adquiridos ao longo da formação. Pretende-se que cada participante tenha um papel central no processo, valorizando a sua experiência pedagógica e criando oportunidades de partilha entre colegas. A dinâmica formativa articula momentos de exploração teórica breve, sempre com enfoque prático, com períodos de experimentação em regime hands-on, nos quais os formandos terão contacto direto com atividades concretas aplicáveis ao 1.º ciclo. Esta abordagem permitirá que cada docente compreenda os fundamentos da metodologia IBSE e os transfira para contextos reais de aprendizagem. Os formandos irão experimentar diferentes propostas didáticas, analisar a sua adequação e adaptar as atividades ao seu contexto escolar. O trabalho prático será complementado com momentos de discussão orientada, onde se promoverá a análise de estratégias pedagógicas inovadoras, a reflexão sobre dificuldades comuns e a identificação de oportunidades de melhoria. A formação inclui ainda a conceção individual de uma atividade prática, a ser implementada em sala de aula, permitindo consolidar os conhecimentos adquiridos e desenvolver competências de planificação, experimentação e avaliação. Os conteúdos da oficina foram organizados de forma progressiva, para garantir uma compreensão sólida das metodologias abordadas e proporcionar experiências diversificadas nas áreas de ciência, tecnologia, ambiente e cidadania. A estrutura integra um módulo introdutório dedicado ao conceito de Escola Aberta, com enfoque na ligação entre escola, comunidade e território, e um módulo dedicado aos fundamentos e potencial da metodologia IBSE no ensino das Ciências. Seguem-se vários blocos temáticos práticos, que incluem atividades nas áreas de Programação & Robótica, Geodiversidade e Biodiversidade, e Alterações Climáticas, proporcionando experiências concretas que os formandos poderão transpor para o seu contexto pedagógico. A formação inclui igualmente a elaboração de um projeto individual pelo formando, no qual deverá planear uma atividade prática de acordo com os princípios explorados durante as sessões. Este projeto será posteriormente discutido e avaliado em grupo, permitindo ao docente recolher feedback construtivo, aperfeiçoar a sua proposta e consolidar competências de planificação e reflexão pedagógica. Conteúdos programáticos: - Escola Aberta para alunos e professores (1 horas) - A metodologia IBSE no ensino das Ciências (1 horas) - Atividades práticas: Programação & Robótica II (4,0 horas) Geodiversidade e Biodiversidade (4,0 horas) Programação & Robótica (4,0 horas) Alterações Climáticas (4,0 horas) - Projeto do formando (2,0 horas) - Avaliação de projetos (1,0 horas) Todos os materiais necessários ao desenvolvimento das atividades serão disponibilizados pelo Centro Ciência Viva de Lagos, garantindo que os formandos dispõem dos recursos adequados para a realização integral das tarefas propostas.
Metodologias
Presencial: A oficina terá a duração de 50 horas em quatro etapas fundamentais: 1. Uma componente presencial conjunta, onde serão explorados os conteúdos teórico-práticos e a orientação para implementação de metodologias e elaboração de materiais pedagógicos. (2 horas presenciais); 2. Uma componente presencial, individual, durante a semana em que a turma participa na ECV, com acompanhamento da formadora. (20 horas presenciais); 3. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente que contempla a implementação de uma atividade com a sua turma, em sala de aula e assistida pela formadora: (25h autónomas); 4. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta, das metodologias e materiais implementados na prática pedagógica. (3 horas presenciais). Trabalho Autónomo: - Implementação de projetos / metodologias na sala de aula / construção de materiais pedagógicos; - Preparação dos materiais para apresentação à turma, na última sessão; - Elaboração do relatório crítico: autoavaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)
Avaliação
Os participantes procedem à apresentação de um relatório crítico sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Avaliação final do formando: a) Participação na ação (presença obrigatória em 2/3 das sessões) 40% b) Aula desenvolvida com os alunos pela metodologia IBSE 40% c) Trabalhos/produtos desenvolvidos (plano de aula e relatório crítico) 20% Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Modelo
A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.
Bibliografia
CONNECT Project. (2021). Learning Science Through Real-World Investigations. CONNECT Consortium. Disponível em: https://www.esero.pt/371/compreender-a-terra-atraves-do-espacoMachado A, Cardoso C & Borges I; Ciência Viva 2019; Compreender a Terra através do espaço I e IIMake It Open. (2022). Make It Open Schooling MOOC: A Practical Introduction to Open Schooling and Maker Education. European Schoolnet / Scientix.Open Schools for Open Societies. (2020). OSOS Implementation Framework: Transforming Schools into Open Schooling Hubs. OSOS Consortium.Schools as Living Labs. (2023). Living Labs in Schools: A Guide for Educators. Schools as Living Labs Consortium.
Observações
FORMADORES: SARA MIRA Licenciada em Biologia Marinha e Pescas pela Universidade do Algarve, tendo-se dedicado à área da genética molecular. Doutorada em Biologia Populacional pela mesma Universidade, em colaboração com equipas da Universidade de Newcastle (UK) e Universidade de Montpellier (França), desenvolveu trabalho com uma espécie ameaçada – Águia de Bonelli. De volta ao mundo marinho, desenvolveu investigação em genética de conservação, gestão de stocks sobre explorados e melhoramento e reprodução de espécies em aquacultura. Divulgou ciência em diversos projetos de outreach o que a moveu a se dedicar à área da comunicação de ciência. Em 2014 integrou a equipa do Centro Ciência Viva de Lagos onde tem contribuído para a dinamização e implementação de atividades e projetos para Comunicar Ciência e Tecnologia. Aqui tem a responsabilidade da gestão de projetos e coordenação da equipa. Tem-se dedicado à promoção de novos modelos de ensino com base em aprendizagens de ensino não-formal, valorizando metodologias centradas no aluno, assentes em modelos de Project Base Learning, contribuindo para o desenvolvimento de movimentos como o Open Schooling e Making and Thinkering, como estratégias de desenvolvimento da comunidade educativa. RICARDO JORGE DOS SANTOS NUNES Doutorado em Ciências Biotecnológicas pela UAlg Formador Certificada pelo CCPFC; Registo de acreditação CCPFC/RFO-41677/22 No Centro Ciência Viva de Lagos, para além das tarefas de acompanhar famílias e escolas, tem desenvolvido trabalhos em edição de vídeo e percursos virtuais 3D. Tem experiência acumulada de 4 anos de trabalho a lecionar ciências experimentais em AECs em escolas dos agrupamentos Gil Eanes e Júlio Dantas. Tem também formação pelo ESERO Portugal no curso ESERO II – Compreender a Terra através do Espaço, para formar professores do Ensino Pré-escolar e do Ensino Básico. Tem interesse em fotografia, microscopia e astronomia. COLABORADORES NA EQUIPA DE FORMAÇÃO: HÉLDER FILIPE GONÇAVES FERREIRA Engenheiro do Ambiente pela Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente da Universidade dos Açores, integra desde 2011 a equipa do Centro Ciência Viva de Lagos onde desempenha várias funções, da comunicação de ciência à coordenação e assessoria de Direção. Possui uma vasta experiência como: • Professor de Atividades de Enriquecimento Curricular de Ciências Experimentais nos Agrupamentos Júlio Dantas e Gil Eanes (de 2015 ao presente). • Formador IBM Portugal – formação para professores no âmbito das STEM (ano letivo 2017/2018) • Formador de cursos de nível III e EFA na Escola Profissional de Agricultura do Algarve (EPAALG) | Set.2004 a Ago.2010 Disciplinas: Projetos em Ambiente, Fundamentos de Ambiente, Ordenamento do Território; Conservação da Natureza, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Solos e Clima, Química, HST (módulo), TIC, Sociedade, Tecnologia e Ciência dos Cursos de Educação e Formação de Adultos. • Orientador educativo | Set.2004 a Ago.2010 • Coordenador dos Cursos de Técnicos: de Gestão de Ambiente; de Turismo Ambiental e Rural e de Jardinagem e Espaços Verdes na EPAALG | Set.2004 a Ago.2010 • Presidente da Direção Pedagógica na EPAALG |Set. 2007 a Ago. 2010) • Formador na Competir - Formação e Serviços, Lda | Dez. 2003 a Jan. 2005, nos Cursos de Ecoturismo e Agroturismo em Monchique. No CCVLagos aprofundou, explorou, desenvolveu outras capacidades e interesses como a educação não-formal, o desenho digital 2D/3D, a programação, a robótica e reforçou o entusiasmo pelo movimento maker. NATHÁLIA PIMENTEL LIMA Professora de Ciências Naturais e Biologia no Brasil com 4 anos de experiência Licenciada em Ciências Biológicas com habilitação para ensino pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com equivalência reconhecida pela Universidade do Porto. Especialista em Divulgação e Popularização da Ciência pela Casa de Oswaldo Cruz / Fundação Oswaldo Cruz Mestre em Geociências com especialização em Património Geológico e Geoconservação pela Universidade do Minho Cursos extracurriculares de Astronomia e Cosmologia pela Fundação Planetário Rio Profissional com experiência acumulada de mais de 10 anos de experiência em Educação em espaços museológicos. SANDRA FILIPA GUERREIRO DE MOURA BRAGANÇA Monitora de Ciência do Centro Ciência Viva de Lagos. Professora AEC’s Ciências Experimentais. Formadora do IEFP, na área de Biologia (Ecologia, Recursos Faunísticos, Recursos Florísticos, Estrutura e Dinâmica dos Ecossistemas, Fisiologia Animal, Agricultura Sustentável, Riscos Naturais). Licenciada em Biologia pela Universidade de Aveiro. A escolha da formadora baseia-se na experiência acumulada de 4 anos como formadora de cursos profissionais do IEFP, bem como colaboração na implementação de algumas atividades do projeto ECV.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 22-05-2026 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 29-06-2026 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Microplásticos e o Lixo no Mar
ACD
4.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Técnicos educativos e ambientais de autarquias, ONG, associações, centros de investigação e outros.
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC) constitui um documento de referência, juntamente com Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e as Aprendizagens Essenciais. Pretende-se que os alunos desenvolvam valores e competências cruciais para a sua intervenção na sociedade de ...
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Ref. 2841 Inscrições abertas até 2026-05-14 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD29/25-26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 4.0 horas
Início: 2026-05-16
Fim: 2026-05-16
Regime: Presencial
Local: Museu de Vila do Bispo - Celeiro da História
Formador
Paula Virgínia Serra Parreira Banza
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Técnicos educativos e ambientais de autarquias, ONG, associações, centros de investigação e outros.
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Dr. Rui Grácio, em parceria com o Museu de Vila do Bispo - Celeiro da História.
Enquadramento
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC) constitui um documento de referência, juntamente com Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e as Aprendizagens Essenciais. Pretende-se que os alunos desenvolvam valores e competências cruciais para a sua intervenção na sociedade de forma livre, fundamentada e participada nas grandes questões que preocupam os seres humanos. Um dos grandes pilares da ENEC é a “Educação para a Sustentabilidade” que visa a promoção nos alunos desta consciência de sustentabilidade, da qual depende a continuidade da nossa civilização no planeta Terra. A formação dos professores é fundamental para concretização dos valores da cidadania e interligação com as aprendizagens essenciais dos alunos para que estes interajam de forma autónoma, consciente e construtiva com a sociedade e o ambiente. A Ação de Curta Duração (ACD) que propomos aborda temáticas relacionadas com o problema da poluição nos oceanos provocada pelos plásticos e procura atingir os objetivos de: a) dar a conhecer os problemas graves decorrentes da poluição dos oceanos pelos plásticos e b) sensibilizar a população para a necessidade de reduzir a poluição marinha provocada pelo uso de plástico, a nível local, regional e global, através da mudança de comportamentos que levem à redução do uso de plásticos e a sua entrada no ambiente marinho e, desta forma, a contribuir para uma cidadania mais sustentável. Os temas abordados enquadram-se nos propostos na Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA), principalmente nos Eixo Orientador I. Descarbonizar a Sociedade e Eixo Orientador II. Tornar a Economia Mais Circular tendo por base a visão da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ENCNB) nomeadamente nos valores da Sustentabilidade, Conhecimento, Participação e Partilha e Responsabilidade.
Objetivos
1. Potenciar atividades de indagação e pequenas investigações, incluindo preferencialmente a utilização de atividades laboratoriais e de campo. 2. Privilegiar atividades práticas suscitadas por situações problemáticas abertas que favoreçam a explicitação das conceções prévias dos alunos. 3. Formulação e confrontação de hipóteses, a eventual planificação e realização de atividades experimentais e respetivo registo de dados, atribuindo especial ênfase à introdução de novos conceitos e à sua integração e estruturação nas representações mentais dos alunos. 4. Aplicação dos conhecimentos adquiridos às competências na área de Bem-estar, Saúde e Ambiente no sentido da promoção, criação e transformação da qualidade de vida do indivíduo e da sociedade. 5. Promover o desenvolvimento e incremento da literacia científica de professores e alunos; 6. Realizar trabalho cooperativo, promovendo um clima de diálogo e de participação entre todos.
Conteúdos
1. Microplásticos – o que são? 2. Perigos dos microplásticos 3. Como ajudar a solucionar o problema dos microplásticos. 4. Demonstração prática para pesquisa de microplásticos numa praia
Metodologias
Componente teórica com base numa sessão teórica presencial. Componente prática que inclui a deslocação a uma praia da região para pesquisa de microplásticos.
Modelo
A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).
Observações
FORMADORA PAULA BANZA Paula Banza é professora de Biologia e Geologia, Licenciada em Ensino de Biologia e Geologia e Mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora, onde obteve também o Grau de Doutoramento com a tese "Post-fire regeneration of pollination processes: an ecological network approach". Paralelamente à sua atividade profissional como professora, realizou trabalho de voluntariado com a Associação A Rocha, onde tem participado nos vários projetos de Educação Ambiental com as escolas da região. Atualmente realiza trabalho de voluntariado com a Rede de Estações de Borboletas Noturnas, fazendo parte da direção desta associação. É Formadora no Centro de Formação de Professores Dr. Rui Grácio em Lagos desde 2012, tendo sido responsável por várias ações de formação relacionadas com estudo dos seres vivos e habitats no contexto da Educação Ambiental.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-05-2026 (Sábado) | 10:00 - 14:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
C-Academy | Cibersegurança: Formação e Recursos para Professores
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais.
Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos ...
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Ref. 2671 Inscrições abertas até 2026-05-15 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137986/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 2026-05-18
Fim: 2026-06-16
Regime: e-learning
Local: Plataforma Moodle do CFAE Dr. Rui Grácio
Formador
Mário Miguel Pereira Guedes
João Paulo da Conceição Barbosa
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Dr. Rui Grácio, em parceria com a C-Academy
Enquadramento
Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.
Objetivos
Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo. No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais. Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.
Conteúdos
Ciberespaço e Cultura de Cibersegurança (4 horas) Conceitos Básicos de Cibersegurança A utilização do Ciberespaço Engenharia Social Ciber-higiene (6 horas) Normas e procedimentos de utilização das tecnologias da informação Políticas Seguras nas Escolas Práticas Seguras nas Escolas Cibersegurança em Ambientes Colaborativos (2,5 horas) Ambientes colaborativos Partilhas, permissões, comunicação e colaboração em rede Ética na Cibersegurança (3,5 horas) Boas práticas e cumprimento da lei Partilha de conteúdos e copyright Ciberbullying Dados Pessoalmente Identificáveis e Sensíveis (6 horas) Tipos de dados Ciclo de dados Estratégias de pesquisa e gestão do conhecimento
Metodologias
A formação será ministrada à distância, em formato síncrono, para permitir a discussão, troca de ideias e dinâmicas de aprendizagem com o formador e entre pares. Após a apresentação dos conceitos serão sempre apresentadas ferramentas, questões tipo, cenários de estudo, que possam servir como exemplos de aplicabilidade concretos, estruturados de acordo com os níveis de público. A formação inclui um extenso e atualizado portfolio de ferramentas já disponíveis de variados autores, e ainda uma versão inicial de materiais a utilizar pelos professores e ainda de um jogo. Cada um deles é passível de ser completado de forma mais personalizada por cada professor, no sentido de o adaptar à envolvente sócio-cultural da sua escola, o que será objeto de avaliação final.
Avaliação
A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o Estatuto da Carreira Docente, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões conjuntas e na avaliação individual dos trabalhos produzidos. A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.
Modelo
A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.
Bibliografia
Centro Internet Segura, Guia para uma Internet Segura, eBook_CIS_vF2.pdfEstudo sobre a Educação para a Cibersegurança no Ensino Básico e Secundário. CNCS, 2024 https://www.cncs.gov.pt/docs/estudo-ensino-bas-sec-obcibercncs.pdfMastering Cyber Hygiene: A Practical Guide for Individuals: A Practical Guide for Individuals. NOTION PRESS MEDIA PVT LTD, 2024. ISBN: 9798894156774CNCS(2020), Relatório cibersegurança em Portugal: Ética & Direito, https://www.cncs.gov.pt/docs/relatorio-eticadireito2020-observatoriociberseguranca-cncs.pdf Van Puyvelde, Damien, and Aaron F. Brantly. Cybersecurity: politics, governance and conflict in cyberspace. John Wiley & Sons, 2024.
Anexo(s)
Vídeo promocional da C-Academy
Observações
FORMADORES JOÃO PAULO BARBOSA Formador acreditado: CCPFC/RFO-32914/13 - Bacharelato em Informática de Gestão. - iniciou a atividade letiva em 1988, na Escola Secundária Júlio Dantas; - atualmente leciona na mesma escola, no quadro do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, grupo de recrutamento 550; - formador certificado pelo CCPFC, desde 27 de fevereiro de 2013, com o registo CCPFC/RFO-32914/13 - desenvolveu ao longo da carreira variadas ações de formação, na qualidade de formador de professores, através do Centro de Formação Dr. Rui Grácio; - mais recentemente, frequentou a formação de formadores promovida pela DGE no âmbito da Transição Digital, e - desenvolveu, enquanto formador de professores, várias formações no âmbito da Transição Digital e da Capacitação Digital de Docentes; - coordenador do grupo de recrutamento 550; - avaliador interno e externo de docentes. MÁRIO MIGUEL GUEDES Formador acreditado: CCPFC/RFO-1951/05 Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Italianos. Mestre em Ciências da Educação, especialização em Informática Educacional. Formador acreditado pelo CCPFC em Didática de Português e Tecnologias Educativas. Professor do Quadro do Agrupamento de Escolas Gil Eanes (Gr 300 Português, a lecionar também italiano). Presentemente, Mário Guedes é membro da Comissão Pedagógica do CFAE Rui Grácio e coordenador do projeto europeu Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods". É um formador experiente de didáticas específicas e de TIC. Tem experiência na formação inicial de professores e na implementação de projetos nacionais e internacionais de desenvolvimento profissional dos professores. Coordenou e participou em inúmeros projetos Comenius e Erasmus (desde 1998) e desempenhou durante seis anos as funções de Embaixador eTwinning para a região do Algarve (2017-2023). É coordenador do projeto europeu Erasmus+ "Escolas Inclusivas através da Mediação". É Mestre em Ciências da Educação (Informática Educacional), o que lhe permite assegurar os aspetos tecnológicos de várias ações de formação em regime e-learning, o uso de ferramentas digitais na formação e o apoio aos formandos para a produção de conteúdos em diferentes suportes digitais. Concluiu os cursos de formação de formadores da DGE relacionados com TIC, LED e ferramentas digitais, no âmbito do Plano de Transição Digital / Capacitação Digital de Docentes.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 5 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 09-06-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 16-06-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
IA Generativa na Aula: potencialidades e limites
ACD
3.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A rápida evolução das ferramentas de Inteligência Artificial generativa (GenAI) está a transformar profundamente os contextos educativos, criando oportunidades pedagógicas, mas também desafios éticos, curriculares e avaliativos. Apesar da crescente presença da IA no quotidiano dos alunos e dos docentes, ...
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Ref. 2851 Inscrições abertas até 2026-05-25 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD26/25-26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-05-28
Fim: 2026-05-28
Regime: e-learning
Local: Moodle do CFAE Rui Grácio
Formador
Luis Varela
Violante Maria Mira Ferreira Romão
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Dr. Rui Grácio
Enquadramento
A rápida evolução das ferramentas de Inteligência Artificial generativa (GenAI) está a transformar profundamente os contextos educativos, criando oportunidades pedagógicas, mas também desafios éticos, curriculares e avaliativos. Apesar da crescente presença da IA no quotidiano dos alunos e dos docentes, verifica‑se que muitos professores ainda não possuem formação estruturada que lhes permita compreender, integrar e regular as potencialidades destas tecnologias de forma segura, crítica e pedagógica. As necessidades de formação identificadas resultam de vários fatores observados nas escolas associadas ao CFAE Dr. Rui Grácio: • Desconhecimento das práticas reais de IA utilizadas por docentes e alunos, o que dificulta a criação de orientações claras e contextualizadas. • Tendência crescente para a proibição (IA e dispositivos móveis), motivada pela dificuldade de monitorização e pela ausência de referenciais locais de uso responsável. • Preocupação com integridade académica, sobretudo no ensino secundário e superior, onde docentes reportam dificuldades em distinguir trabalho autónomo de trabalho gerado por IA. • Falta de estratégias práticas para integrar IA no planeamento, diferenciação pedagógica e avaliação formativa. • Desalinhamento entre a formação inicial e contínua de professores, num momento em que a IA já influencia profundamente a aprendizagem dos alunos. • Baixa literacia digital crítica relativamente aos riscos, limites e potencial pedagógico da IA. • Desconhecimento dos referenciais internacionais, como os da UNESCO, que muitos docentes não tiveram oportunidade de ler ou aplicar.
Objetivos
Objetivo geral Capacitar docentes para integrar ferramentas de IA generativa de forma segura, crítica e pedagógica, produzindo recursos aplicáveis e contribuindo para a construção de orientações locais de uso responsável. Objetivos específicos No final da ação, os formandos deverão ser capazes de: • Identificar potencialidades e limitações da IA generativa no ensino e aprendizagem. • Formular prompts pedagógicos adequados aos objetivos curriculares. • Criar um micro‑plano de aula que integre IA de forma segura e eficaz. • Reconhecer riscos éticos, legais e de integridade académica associados ao uso da IA. • Aplicar estratégias de avaliação que valorizem o processo e a autoria dos alunos. • Contribuir para a construção de orientações e boas práticas no âmbito do CFAE.
Conteúdos
Panorama atual da IA generativa na educação • Tendências, potencialidades reais e mitos. • Práticas emergentes de docentes e alunos. Fundamentos de prompting pedagógico • Estrutura de prompts eficazes. • Adaptação de recursos para diferentes níveis e necessidades. Integração da IA no planeamento e na prática letiva • Criação de recursos (fichas, textos, questões, mapas). • Diferenciação pedagógica e apoio à aprendizagem. Ética, privacidade e integridade académica • Riscos, limites e responsabilidades. • Evidência de processo e transparência no uso da IA. Avaliação na era da IA • Rubricas que valorizam processo e metacognição. • Estratégias para minimizar dependência e plágio. Construção de micro‑planos de aula com IA • Aplicação prática. • Partilha e reflexão. BIBLIOGRAFIA UNESCO. (2023). Guidance for generative AI in education and research. UNESCO. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000386693 (unesdoc.unesco.org in Bing) UNESCO. (2021). AI and education: Guidance for policy-makers. UNESCO. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000376709 (unesdoc.unesco.org in Bing) UNESCO. (2019). Beijing consensus on artificial intelligence and education. UNESCO. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303 (unesdoc.unesco.org in Bing) Organisation for Economic Co-operation and Development. (2023). Artificial intelligence in education: Challenges and opportunities. OECD Publishing. https://www.oecd.org/education/artificial-intelligence-in-education-2023.pdf (oecd.org in Bing) European Commission. (2022). Ethical guidelines on the use of artificial intelligence (AI) and data in teaching and learning for educators. Publications Office of the European Union. https://education.ec.europa.eu/document/ethical-guidelines-on-the-use-of-ai-and-data-in-teaching-and-learning-for-educators (education.ec.europa.eu in Bing)
Metodologias
Componente Teórica (aprox. 1h15) Objetivo: enquadrar conceitos, clarificar riscos e potencialidades, e fornecer modelos de referência para a prática. Inclui: • Exposição dialogada sobre o panorama atual da IA generativa na educação (tendências, usos reais, riscos e mitos). • Apresentação de fundamentos de prompting pedagógico, com exemplos de prompts eficazes e ineficazes. • Discussão orientada sobre ética, privacidade, integridade académica e implicações legais do uso da IA em contexto escolar. • Análise de exemplos reais de práticas emergentes de docentes e alunos, com reflexão crítica sobre oportunidades e limites. • Breve enquadramento internacional (UNESCO, OCDE) e ligação ao projeto ERASMUS+ TE‑REG. Componente Prática (aprox. 1h45) Objetivo: capacitar os docentes para aplicar imediatamente os conhecimentos adquiridos, produzindo recursos e estratégias utilizáveis em sala de aula. Inclui: • Demonstração ao vivo de ferramentas de IA generativa aplicadas ao planeamento, diferenciação e avaliação. • Micro‑tarefas individuais: - criação de prompts alinhados com objetivos curriculares; - geração de um recurso pedagógico (ficha, texto, questões, mapa conceptual). • Trabalho em pares rotativos para revisão e melhoria dos prompts e recursos produzidos. • Construção individual de um micro‑plano de aula (20 min) que integre IA de forma segura e pedagógica. • Partilha em plenário de alguns exemplos selecionados, com feedback formativo. • Elaboração de uma checklist de implementação e definição de compromissos de aplicação em contexto real.
Modelo
A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).
Observações
FORMADORES VIOLANTE ROMÃO LICENCIATURA EM ENSINO – Variante de Educação Visual, ESEB, 1991 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Magister em Creatividade Aplicada, USC, 2001 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Curso de Inteligência Artificial e Tecnologias Emergentes na Aprendizagem, UL, ISLA de Santarém, 2025. É Professora desde 1991 de Educação Visual e Educação Tecnológica; Foi Coordenadora de Departamento (AEGE); Elemento da Comissão Pedagógica do CFAE Dr. Rui Grácio; Representante da Autonomia e Flexibilidade Curricular do CFAE Rui Grácio (22/25); Assessora Técnico Pedagógica no CFAE Dr. Rui Grácio (2025/26). Formadora acreditada pelo CCPFC desde 2000 nos domínios: Animação de Grupos; Didáticas Específicas; Inovação Educacional; Investigação-Ação, Criatividade Aplicada à Educação e Tecnologias Educativas (Aplicações de Informática). Capacitação de Formadores em Educação Inclusiva pela DGE (2023). É membro da equipa do Projeto Erasmus+ «Teacher Education Regenerated (TE_REG). Beyond Competencies. Rethinking and redesigning teacher education curricula in AI era», cujo coordenador europeu é a Universidade Católica de Louvaina, Bélgica. FORMADOR/CONFERENCISTA CONVIDADO: LUÍS VARELA Licenciatura em Educação – Comunicação Educacional e Gestão de Informação Bacharelato em Engenharia Informática; Profissionalização em Serviço; Acreditação como Formador na área das Tecnologias Educativas (C113); Formação especializada na Capacitação Digital de Professores (DGE) Especialização em Marketing Digital; Docente de Informática (1998–2021) no ensino básico e secundário; Formador de professores em Centros de Formação (Almada, Setúbal, Loures); mais de 1000 horas de formação em capacitação digital; Formação em Sala de Aula Invertida e Inteligência Artificial. Formador em contexto profissional (Excel, TIC, multimédia); Dinamização de cursos e programas online na área da Educação Digital; Participação e dinamização de inúmeras Palestras e Workshops para Professores, Alunos e Pais e Encarregados de Educação. Professor Bibliotecário (2008–2021); Coordenador TIC / PTE; Coordenador de Professores Bibliotecários; Representação em Conselho Pedagógico e Municipal de Educação; Presidente da Assembleia de Escola; Participação em projetos europeus e iniciativas de inovação educativa. Fundador da Academia Digital Educatech. Autor do blogue Educatech.pt (mais de 100 artigos sobre literacia digital); Dinamização de workshops e formações online (mais de 10000 inscritos); Orador em conferências e eventos educativos (incluindo temáticas de IA na Educação); Participação em projetos de literacia digital e inovação pedagógica. Competências chave: Tecnologias Educativas e IA aplicada à Educação; Plataformas de e-learning (Moodle); Produção de conteúdos digitais e multimédia; Formação de professores e dinamização de oficinas práticas; Gestão de projetos educativos e inovação pedagógica; Profissional com sólida experiência na articulação entre tecnologia, pedagogia e inovação educativa, destacando-se na formação de professores e na implementação de práticas digitais com impacto real na sala de aula. Reconhecido pela capacidade de transformar ferramentas tecnológicas em soluções práticas e aplicáveis ao contexto educativo. Professor e formador com mais de 25 anos de experiência na área das Tecnologias Educativas, com forte intervenção na capacitação digital de professores e na integração da Inteligência Artificial em contexto educativo. Combina prática pedagógica com formação contínua e produção de conteúdos digitais para educação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Algarve EduTalks: Incluir para integrar, integrar para ter sucesso - Inclusão e sucesso de alunos migrantes
Professores de todos os níveis de ensino; Pais e Encarregados de Educação; Mediadores Linguísticos e Culturais e outros Técnicos Especializados;
ACD
6.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Pais e Encarregados de Educação; Técnicos especializados; Mediadores Linguísticos e Culturais e outros
Esta ação de formação de curta duração é da iniciativa da FRAP- Federação Regional de Associações de Pais do Algarve, em parceria com a ANDAEP, Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, e com o Centro de Formação Dr. Rui Grácio.
A crescente diversidade cultural e linguística nas ...
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Ref. 2831 Inscrições abertas até 2026-05-25 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD27/25-26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-05-30
Fim: 2026-05-30
Regime: Presencial
Local: São Brás de Alportel - Cineteatro Jaime Pinto
Formador
José Augusto Dias Lopes
Ana Patrícia Reis Chaves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Pais e Encarregados de Educação; Técnicos especializados; Mediadores Linguísticos e Culturais e outros
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Iniciativa da FRAP - Federação Regional de Associações de Pais do Algarve, em parceria com a ANDAEP e o Centro de Formação Dr. Rui Grácio.
Enquadramento
Esta ação de formação de curta duração é da iniciativa da FRAP- Federação Regional de Associações de Pais do Algarve, em parceria com a ANDAEP, Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, e com o Centro de Formação Dr. Rui Grácio. A crescente diversidade cultural e linguística nas escolas portuguesas, resultante do aumento do número de alunos migrantes, coloca novos desafios aos profissionais da educação. Torna-se fundamental capacitar docentes e outros agentes educativos para promover práticas inclusivas que garantam o sucesso escolar destes alunos. Verifica-se ainda a necessidade de clarificar e valorizar o papel do Mediador Linguístico e Cultural, muitas vezes desempenhado de forma informal nas escolas, bem como de partilhar experiências e boas práticas já implementadas em diferentes contextos educativos. Neste sentido, esta ação pretende responder às necessidades de formação ao nível da inclusão, mediação intercultural, ensino do Português Língua Não Materna (PLNM) e articulação entre escola, família e comunidade, envolvendo diversas entidades e promovendo o trabalho em rede.
Objetivos
Objetivo Geral: Promover a inclusão e o sucesso educativo de alunos migrantes, através da reflexão, partilha de experiências e disseminação de boas práticas no âmbito da mediação linguística e cultural e do ensino de PLNM e CPLP. Objetivos Específicos: • Clarificar o papel, funções e limites do Mediador Linguístico e Cultural em contexto escolar; • Conhecer práticas organizacionais e pedagógicas no âmbito do PLNM; • Partilhar experiências e boas práticas desenvolvidas em escolas da região; • Promover a articulação entre diferentes profissionais e entidades; • Sensibilizar para a importância da diversidade linguística e cultural no contexto educativo; • Fomentar a criação de redes de colaboração entre escolas e parceiros institucionais.
Conteúdos
• Enquadramento da diversidade cultural e linguística nas escolas; • Ensino do Português Língua Não Materna (PLNM): organização e práticas; • Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e diversidade linguística; • Papel do Mediador Linguístico e Cultural: funções, limites e desafios; • Boas práticas de mediação em contexto escolar; • Estratégias de intervenção em situações reais (conflitos interculturais, comunicação escola-família, integração de alunos recém-chegados); • Trabalho colaborativo e articulação em rede; • Reflexão e debate sobre práticas educativas inclusivas. Bibliografia: AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo (documentos orientadores sobre integração de migrantes) Direção-Geral da Educação (DGE) – Orientações para o Ensino do Português Língua Não Materna Conselho da Europa – Educação Intercultural e Inclusiva Banks, J. A. – Multicultural Education: Issues and Perspectives UNESCO – Education for Intercultural Understanding
Metodologias
A componente teórica assenta numa abordagem expositiva e reflexiva, através de: • Sessões plenárias; • Painéis temáticos com especialistas; • Apresentação de enquadramentos conceptuais; • Partilha de experiências e práticas de referência. A componente prática desenvolve-se com base numa metodologia ativa e participativa, incluindo: • Workshops colaborativos com análise de casos reais; • Trabalho em pequenos grupos; • Discussão orientada; • Partilha de soluções e estratégias de intervenção; • Momentos de debate e reflexão conjunta.
Modelo
A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).
Anexo(s)
Observações
FORMADORES ANA PATRÍCIA CHAVES Profissional com experiência consolidada nas áreas da mediação linguística e cultural, educação artística e intervenção sociocultural, desenvolvendo trabalho com públicos diversificados, nomeadamente alunos migrantes, crianças com deficiência e população sénior. Exerce funções como Mediadora Linguística e Cultural, com intervenção no planeamento e implementação de projetos de inclusão em contexto educativo, promovendo estratégias de integração de alunos migrantes e o desenvolvimento de abordagens pedagógicas assentes nas artes. Paralelamente, desenvolve atividade como professora de teatro e artes performativas, encenadora, dramaturga, atriz e contadora de histórias. É Mestre em Artes Cênicas pela Universidade NOVA de Lisboa (2023), possui Pós-graduação em Práticas Artísticas para Inclusão Social pela Universidade Católica Portuguesa (2023) e Licenciatura em Animação e Intervenção Sociocultural pela Escola Superior de Educação de Setúbal (2009). É formadora certificada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC) e detentora do Certificado de Competências Pedagógicas (IEFP). Ao longo do seu percurso profissional, destaca-se a coordenação artística na Câmara Municipal de Sesimbra, onde desenvolve projetos na área da ação social desde 2019, incluindo a criação, encenação e produção de mais de duas dezenas de peças de teatro com grupos seniores, bem como a criação do projeto Oficina de Teatro Inclusivo, dirigido a crianças com deficiência. É também gestora e diretora artística da Associação PIPA, onde coordena projetos de natureza artística e comunitária, promovendo a inclusão através das artes. Possui experiência anterior como técnica superior de animação sociocultural, tendo desenvolvido competências na dinamização de projetos educativos e comunitários. É autora de obras literárias e pedagógicas, com destaque para o livro infantil A menina de vidro (2021) e publicações na área das práticas artísticas e intervenção social, como o livro “Inspirar Futuros”. No âmbito da formação proposta, mobiliza competências na criação e dinamização de metodologias participativas, promovendo a reflexão crítica, a partilha de práticas e a construção de estratégias de intervenção inclusivas em contexto educativo, com especial enfoque na mediação linguística e cultural. JOSÉ AUGUSTO LOPES Possui um Mestrado em Gestão e Administração Escolar, UAlg. Possui uma Pós-Graduação em Administração Escolar, UAlg. – Diretor do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos (14.06.2017 à corrente data). – Representante das 40 Escolas (AE/ENA) do Algarve no Conselho das Escolas do Ministério da Educação, eleito em 2021 pelos Diretores - Região Algarve (11.01.2022 à corrente data). – Membro da Direção da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas - ANDAEP (27.11.2023 à corrente data). – Representante da Educação no Conselho Regional da CCDR Algarve (27.11.2023 à corrente data). – Presidente do Conselho Administrativo do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos (14.06.2017 à corrente data). – Vice-Presidente do Centro de Formação de Associação de Escolas Dr. Rui Grácio, Escola-Sede Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos. Responsável pela gestão financeira do CFAE desde 14.06.2017 à corrente data. – Representante da Educação no Conselho da Comunidade e no Conselho Consultivo da ULS do Algarve (nomeado a 6.03.2025). – Representante da Educação no Conselho da Comunidade e no Agrupamento de Centros de Saúde - ACES Barlavento (18.12.2023 a 5.03.2025). – Nomeado representante da Educação no Conselho Local de Ação Social - CLAS (16.03.2018 a 5.03.2025). – Nomeado representante da Educação no Núcleo Local de Inserção - NLI (16.03.2018 a 5.03.2025). – Membro do Conselho Municipal de Educação de Lagos (22.06.2017 à corrente data). – Formador ACD, na área da Formação Educacional Geral e das Organizações Educativas - Centro de Formação de Associação de Escolas Dr. Rui Grácio. – Responsável pela Equipa de Transição Digital do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos (23.02.2021 à corrente data). – Presidente do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos (30.01.2014 a 15.02.2017). – Presidente do Conselho Geral Transitório de Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos (21.01.2013 a 30.01.2014).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 30-05-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
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