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O Plano de Formação 2026-2027 encontra-se em fase de planificação. Prevê-se a divulgação durante o mês de Setembro. Algumas ações já têm inscrições abertas.
A Avaliação Externa do Desempenho Docente processa-se através desta plataforma, na funcionalidade AEDD. Consulte o Manual AEDD do Docente: AQUI
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DIVULGAÇÃO
Promover a Inteligência Emocional na Escola – práticas pedagógicas para o bem-estar e a cultura de paz
ACD
3,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial e Técnicos Especializados (Psicólogos, Educadores Sociais, Mediadores Linguísticos, etc.)
A presente ação integra-se nas atividades de disseminação e valorização do projeto Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods", desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas Gil Eanes em parceria com mais quatro organizações europeias. Os Participantes serão certificados na Dimensão ...
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Ref. 2911 Inscrições abertas até 20 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3/26-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 21 de Setembro de 2026
Fim: 21 de Setembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Júlio Dantas
Formador
Rita Diogo de Almeida Guapo
Patrícia Alexandra Henriques Almeida
Mário Miguel Pereira Guedes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial e Técnicos Especializados (Psicólogos, Educadores Sociais, Mediadores Linguísticos, etc.)
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Dr. Rui Grácio e Agrupamento de Escolas Gil Eanes, Projeto Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods"
Enquadramento
A presente ação integra-se nas atividades de disseminação e valorização do projeto Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods", desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas Gil Eanes em parceria com mais quatro organizações europeias. Os Participantes serão certificados na Dimensão Científica e Pedagógica da docência. Para além da sensibilização para a importância da Inteligência Emocional no contexto educativo, a ação pretende proporcionar um espaço de reflexão sobre os resultados obtidos com a implementação de estratégias e atividades de desenvolvimento socioemocional em contexto de sala de aula. Serão apresentados exemplos concretos de práticas pedagógicas desenvolvidas por docentes participantes no projeto, analisando-se os seus impactos ao nível do clima de sala de aula, do bem-estar dos alunos, da gestão de conflitos, da motivação para a aprendizagem e das relações interpessoais. A partilha destas experiências permitirá promover a transferência de conhecimento entre pares, contribuindo para a disseminação de práticas inovadoras e para o reforço das competências dos docentes na promoção de ambientes educativos mais inclusivos, seguros e emocionalmente positivos. A realização desta ação no Dia Internacional da Paz (21 de setembro), assinalado pelas Nações Unidas, reforça a pertinência da reflexão sobre o papel da escola na promoção de competências socioemocionais, da empatia, do diálogo, da gestão construtiva de conflitos e da construção de ambientes educativos seguros e inclusivos. Neste contexto, a Inteligência Emocional surge como uma ferramenta fundamental para a educação para a paz, para a cidadania democrática e para o desenvolvimento de relações interpessoais positivas no espaço escolar.
Objetivos
• Reconhecer a importância da Inteligência Emocional no desenvolvimento pessoal, social e académico dos alunos. • Compreender a relação entre competências socioemocionais, bem-estar e sucesso educativo. • Conhecer estratégias e metodologias de promoção da Inteligência Emocional em contexto escolar. • Refletir sobre práticas pedagógicas implementadas pelos docentes participantes no projeto Erasmus+. • Analisar evidências e resultados decorrentes da aplicação de atividades de desenvolvimento socioemocional junto dos alunos. • Promover a partilha de experiências e a construção colaborativa de recomendações para a integração da Inteligência Emocional na prática educativa. • Valorizar o papel da escola enquanto promotora de ambientes emocionalmente seguros, inclusivos e favoráveis à aprendizagem. • Refletir sobre a relação entre Inteligência Emocional, cultura de paz e cidadania democrática. • Reconhecer o papel das competências socioemocionais na prevenção de conflitos e na promoção da convivência positiva em contexto escolar. • Valorizar a escola como espaço privilegiado para a construção de uma cultura de paz, respeito mútuo e inclusão.
Conteúdos
1. Inteligência Emocional e Educação (60 min) • Conceitos fundamentais da Inteligência Emocional; • Principais modelos teóricos; • Emoções, aprendizagem e sucesso educativo; • O papel do professor na promoção do bem-estar emocional. 2. O Projeto Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods" (30 min) • Enquadramento do projeto; • Mobilidades realizadas; • Recursos e metodologias desenvolvidos; • Principais aprendizagens obtidas pelos participantes. 3. Partilha de Práticas Implementadas em Sala de Aula (45 min) • Apresentação de experiências desenvolvidas pelos docentes; • Atividades realizadas com alunos; • Recursos produzidos; • Evidências recolhidas; • Impacto observado ao nível: ◦ da participação; ◦ da motivação; ◦ do comportamento; ◦ das relações interpessoais; ◦ do clima de sala de aula. 4. Reflexão Colaborativa e Transferência para a Prática (45 min) • Identificação de fatores de sucesso; • Dificuldades encontradas; • Possibilidades de adaptação a diferentes contextos educativos; • Construção colaborativa de recomendações para futuras intervenções. 5. Inteligência Emocional, Cidadania e Cultura de Paz • O Dia Internacional da Paz e o seu significado educativo; • A relação entre competências emocionais e prevenção de conflitos; • Empatia, diálogo e comunicação não violenta; • O contributo da escola para a construção de culturas de paz e inclusão. BIBLIOGRAFIA: Goleman, D. (1995). Inteligência Emocional. Lisboa: Temas e Debates. Mayer, J. D., Salovey, P. (1997). What is Emotional Intelligence? In P. Salovey D. Sluyter (Eds.), Emotional Development and Emotional Intelligence. Bisquerra, R. (2009). Educação emocional e competências para a vida. Porto: ASA. Fernández-Berrocal, P., Extremera, N. (2006). La Inteligencia Emocional en el contexto educativo. Revista Electrónica de Investigación Psicoeducativa. UNESCO (2021). Social and Emotional Learning: A Framework for Educational Policy and Practice.
Metodologias
A ação privilegiará uma abordagem participativa e colaborativa. Na componente inicial serão utilizados momentos de exposição dialogada para apresentação dos principais conceitos relacionados com a Inteligência Emocional e do enquadramento do projeto Erasmus+. A componente central da formação será dedicada à apresentação e análise de experiências implementadas pelos docentes participantes, recorrendo à apresentação de atividades, testemunhos, materiais produzidos, evidências recolhidas e resultados observados. Os participantes serão convidados a analisar criticamente as práticas apresentadas, partilhar experiências próprias e identificar possibilidades de transferência para os seus contextos educativos. A sessão culminará com uma reflexão colaborativa orientada para a identificação de estratégias concretas que promovam ambientes de aprendizagem emocionalmente positivos, inclusivos e potenciadores do sucesso educativo. A ação realiza-se no Dia Internacional da Paz (21 de setembro), associando a promoção da Inteligência Emocional aos princípios da educação para a paz, da cidadania democrática, da inclusão e do respeito pela diversidade. Esta efeméride constitui uma oportunidade privilegiada para refletir sobre o contributo da escola para a formação de cidadãos capazes de gerir emoções, resolver conflitos de forma construtiva e participar ativamente na construção de sociedades mais justas, inclusivas e pacíficas. Será, assim, promovido um momento de reflexão conjunta sobre o papel da Inteligência Emocional na construção de comunidades educativas mais pacíficas, inclusivas e colaborativas, relacionando os princípios da educação emocional com os valores da cidadania democrática e da cultura de paz.
Modelo
A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).
Observações
FORMADORES RITA GUAPO Rita Guapo trabalha como psicóloga escolar desde 2005, desenvolvendo atividade formativa com pais, professores e assistentes operacionais desde então, fundamentalmente nos domínios da Educação Socioemocional, da Educação para a Cidadania e da Psicologia e Disciplina Positiva. É psicóloga especialista em Psicologia Clínica e Psicologia da Educação, com Mestrado em Psicologia da Educação e certificação internacional do âmbito da Disciplina Positiva. Tem também uma pós-graduação em Parentalidade Positiva. MÁRIO GUEDES Mário Guedes é membro da Comissão Pedagógica do CFAE Rui Grácio e coordenador do projeto europeu Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods". Mário Guedes é formador experiente de didáticas específicas e de TIC. Tem experiência na formação inicial de professores e na implementação de projetos nacionais e internacionais de desenvolvimento profissional dos professores. Coordenou e participou em inúmeros projetos Comenius e Erasmus (desde 1998) e desempenhou durante seis anos as funções de Embaixador eTwinning para a região do Algarve (2017-2023). É coordenador do projeto europeu Erasmus+ "Escolas Inclusivas através da Mediação". É Mestre em Ciências da Educação (Informática Educacional), o que lhe permite assegurar os aspetos tecnológicos de várias ações de formação em regime e-learning, o uso de ferramentas digitais na formação e o apoio aos formandos para a produção de conteúdos em diferentes suportes digitais. PATRÍCIA ALMEIDA Patrícia Almeida é licenciada em Educação Social com especializações na área da Mediação de Conflitos em Contexto Escolar e nas Práticas Artísticas para a Inclusão Social. Atualmente, é Educadora Social na EB das Naus, Lagos, onde se dedica a projetos de mediação de conflitos, mediação familiar e mediação artística. Coordena o Gabinete de Mediação da escola, onde é responsável pela formação da equipa de professores nesta área. Foi subcoordenadora e especialista do projeto Erasmus+ "Escolas Inclusivas através da Mediação", estando envolvida na implementação de atividades de desenvolvimento de competências profissionais dos professores na área da mediação de conflitos. É subcoordenadora e especialista do projeto Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods", estando envolvida na implementação de atividades de desenvolvimento de competências profissionais dos professores nesta temática.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Avaliação Pedagógica: construção e validação de instrumentos de avaliação
Curso
25,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
O carácter formativo da avaliação pedagógica constitui um dos pilares fundamentais para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Torna-se, por isso, essencial que os professores consolidem estas mudanças de forma contextualizada e aprofundem as competências e conhecimentos associados ao ...
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Ref. 2721 Inscrições abertas até 20 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138140/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 25 de Setembro de 2026
Fim: 6 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Plataforma Moodle do CFAE Dr. Rui Grácio
Formador
Rosa Helena de Pernambuco Nogueira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Dr. Rui Grácio
Enquadramento
O carácter formativo da avaliação pedagógica constitui um dos pilares fundamentais para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Torna-se, por isso, essencial que os professores consolidem estas mudanças de forma contextualizada e aprofundem as competências e conhecimentos associados ao processo de avaliação das aprendizagens. Isso inclui o desenvolvimento de práticas de avaliação formativa, a utilização de feedback e a promoção da participação dos alunos, bem como a definição de critérios de avaliação e a implementação de processos eficazes de recolha de informação. Deste modo, pretende-se capacitar e apoiar os professores na construção de recursos inovadores para os instrumentos de avaliação utilizados, garantindo simultaneamente a fiabilidade do processo de classificação. A avaliação, assim entendida, torna-se um meio privilegiado para recolher informações que permitem regular, orientar e certificar as aprendizagens realizadas pelos alunos ao longo do seu percurso escolar.
Objetivos
Objetivo Geral Planear de forma adequada o processo de avaliação das aprendizagens, recorrendo a instrumentos de avaliação adequados aos objetivos pedagógicos e alinhados com os processos de aprendizagem. Competências a Desenvolver Enquadrar a avaliação das aprendizagens na avaliação da formação; Dominar os principais termos relacionados com a avaliação das aprendizagens, distinguindo a sua função e funcionalidade; Incrementar práticas de avaliação formativa, rubricas, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação; Construir e aplicar instrumentos de avaliação em função dos objetivos previamente definidos que permitam avaliar a aprendizagem em diferentes domínios; Construir instrumentos de avaliação a aplicar pelo formador/professor e pelos colegas (avaliação pelos pares); Explorar a utilização da autoavaliação como instrumento de gestão do desenvolvimento pessoal; Dominar estratégias para a comunicação dos resultados das aprendizagens.
Conteúdos
Este curso permite planear de maneira eficaz a avaliação pedagógica, utilizando instrumentos tecnicamente bem elaborados, alinhados com os objetivos pedagógicos e promotores do desenvolvimento contínuo dos alunos e comunicar corretamente os resultados da avaliação. Módulo 1 - Avaliação pedagógica como processo regulador do ensino e da aprendizagem Conceito, Função e Finalidades da Avaliação das Aprendizagens Avaliação Formativa e Avaliação Sumativa Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores Módulo 2 - Itens, Critérios e Descritores de avaliação Regras de construção de itens de acordo com a sua tipologia Análise de itens, tendo em conta regras e recomendações para a sua construção Construção de itens de diferentes formatos Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards Qualidade técnica da avaliação: validade e fiabilidade Módulo 3 - Análise e interpretação de resultados Conceção, Técnicas e Instrumentos de Avaliação Construção de uma grelha de classificação de respostas a um instrumento de avaliação Autoavaliação e a Responsabilização pelos Resultados Alcançados Principais Estratégias para a Comunicação dos Resultados das Aprendizagens O papel do erro na análise e interpretação dos resultados
Metodologias
- Exploração dos temas propostos, com adequado suporte teórico em suporte multimédia. - Reflexão, análise e discussão em pequeno e grande grupo, com recursos a fontes e documentos pertinentes. - Elaboração de trabalhos/produto final da ação, em função dos interesses dos formandos. - Utilização da plataforma Moodle enquanto veículo de comunicação.
Avaliação
Como produto final, os formandos têm de elaborar: - Um Instrumento de Avaliação: Itens de tipologia variada, suportados na matriz. - Critérios de classificação adequados aos itens construídos / Rubricas. - Um relatório individual de reflexão crítica sobre a ação. Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos. É obrigatória a frequência de dois terços do total das 25 horas de formação.
Modelo
A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.
Bibliografia
Brookhart, S. (2013). How to create and use rubrics. ASCD.Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação MAIA. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação -MAIA. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Miller, M., Linn, R. & Gronlund, N. (2009). Measurement and Assessment in Teaching (10th edition). Pearson Stufflebeam, D., & Shinkfield, A. (2007). Evaluation Theory, Models & Applications. Jossey-Bass.Webb, L. (2006) Web Alignment Tool 24 July 2005. Wisconsin Center of Educational Research. University of Wisconsin- Madison. http://www.wcer.wisc.edu/WAT/index.aspx. Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press. Wiggins, G. (1998). Educative Assessment: Designing Assessments to Inform and Improve Student Performance. Jossey-Bass.
Observações
FORMADORA ROSA HELENA NOGUEIRA Doutoramento em Ciências da Educação (2011) e Postdoctoral Researcher (2012) na Especialidade de Administração e Política Educacional - Instituto de Educação da Universidade de Lisboa; Mestrado em Educação na Especialidade do Ensino Superior e Gestão Universitária (1997) - UNAMA/PUC-SP (Brasil); Licenciatura em Pedagogia (1987) - FICOM (Brasil); Pós-Graduação em Planeamento, Supervisão e Avaliação (1988) - FICOM (Brasil); Pós-Graduação em Psicologia Escolar (1990) - UFMG/PRESP (Brasil); Micro Credencial (4ECTS) em “Docência Digital em Rede”- Universidade Aberta - Portugal (2022); Pós-Graduação em Docencia Online y Competencias Digitales Docentes (2020) - Universidad Europea de Madrid. Dentre os vários trabalhos desenvolvidos, ressalto os trabalhos: World Bank Consultant em Conceção de Modelos e Planos de Formação "Projeto Educação de Qualidade para Todos"; Perita Sénior Externa em Educação (CESO Development Consultants - União Europeia); Perita Avaliadora do Programa Erasmus+; Perita Externa do Ministério da Educação - Programa TEIP (DGE/ME); Coordenadora Pedagógica do Projeto para a Redução da Brecha Educativa, Social e Tecnológica - Escola Digital” (Fundación de La Universidad Europea); Formadora do “Projeto Educação Inclusiva”(DGE.MEC.PT); Formadora do “Projeto MAIA - Práticas de Avaliação Pedagógica nas Escolas”(DGE.MEC.PT); Embaixadora do “Programa INCLUD-ED” (DGE.MEC.PT/CREA); Formadora do “Programa de Flexibilização e Integração Curricular” (DGE.MEC.PT); Formadora Acreditada pelo CCPFC/IEFP, com vasta experiência na formação contínua de professores; Designer Educacional de Cursos de Licenciatura, Mestrado e Pós-Graduação lato sensu em Educação Online, presenciais ou híbridos desde 2019; Experiência na dinamização e ministração de Unidades Curriculares com inclusão de ambientes virtuais de aprendizagem no âmbito do EAD desde 2001 na área da Educação (Universidade da Amazónia (Brasil) / Instituto Politécnico Jean Piaget do Sul (Almada) / Universidade Europeia / Conselho Cientifico-Pedagógico da Formação Contínua-CCPFC), tendo formação complementar em “Conceção e desenvolvimento de material didático para Educação a Distância”- UNED-Espanha (2001); Formação no uso de ferramentas de ensino online, especificamente na formação de nível avançado de utilização das plataformas Moodle/LMS e ferramentas virtuais versáteis e interativas. Paralelamente, tem desenvolvido investigação na área da Educação, com publicação de artigos, capítulos de livros, publicações em revistas e atas com arbitragem científica e participação em conferências nacionais e internacionais; Reviewer de artigos submetidos a revistas científicas nacionais e internacionais; Consultora em Educação, bem como Docente Convidado do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, dentre outras instituições de ensino superior com as quais colaborei como gestora e docente.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-09-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 2 | 02-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 3 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 4 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 5 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 6 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 7 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
IA: Usos Éticos e Pedagógicos da Inteligência Artificial na Escola
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
A crescente presença da Inteligência Artificial (IA) nas salas de aula redefine as fronteiras do ensino e da aprendizagem. Esta transformação representa simultaneamente uma oportunidade inovadora e um desafio significativo para o corpo docente. Apesar do potencial da IA para personalizar a aprendizagem, ...
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Ref. 2692 Inscrições abertas até 25 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138036/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 30 de Setembro de 2026
Fim: 9 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio
Formador
Violante Maria Mira Ferreira Romão
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Dr. Rui Grácio
Enquadramento
A crescente presença da Inteligência Artificial (IA) nas salas de aula redefine as fronteiras do ensino e da aprendizagem. Esta transformação representa simultaneamente uma oportunidade inovadora e um desafio significativo para o corpo docente. Apesar do potencial da IA para personalizar a aprendizagem, automatizar tarefas e apoiar a inclusão, muitos professores sentem-se despreparados para utilizar estas ferramentas de forma pedagógica, ética e segura. A lacuna entre o avanço tecnológico e a prática educativa exige uma resposta urgente e estruturada. Esta oficina de formação surge, portanto, como uma iniciativa estratégica para capacitar os professores na integração crítica e reflexiva da IA nas suas práticas letivas. Mais do que dominar ferramentas, trata-se de fomentar competências que valorizem a autoria intelectual, promovam ambientes de aprendizagem inclusivos e desenvolvam o pensamento crítico nos alunos. Para orientar este percurso formativo, serão exploradas técnicas de Prompt Engineering que permitam uma abordagem sistemática à integração da IA na educação, articulando dimensões pedagógicas, éticas, técnicas e sociais, propondo caminhos que respeitam os valores da educação democrática e humanista. Os participantes serão convidados a refletir, experimentar e construir práticas sustentáveis com IA, baseadas no rigor, na criatividade e na responsabilidade.
Objetivos
- Compreender as implicações da IA na educação e os seus riscos e potencialidades; - Aplicar técnicas de Prompt Engineering com rigor, criatividade e responsabilidade; - Desenvolver propostas pedagógicas com integração crítica da IA; - Refletir sobre práticas com IA, promovendo autonomia e pensamento crítico dos alunos.
Conteúdos
1. Fundamentos da IA e o seu uso em educação 2. Desafios éticos: privacidade, autoria, viés algorítmico 3. Exploração de técnicas de Prompting 4. Planeamento de atividades com IA: - Integração pedagógica da IA - Planeamento de atividades com IA: ética, autoria e inclusão - Avaliação crítica de outputs gerados por IA a partir de texto, imagem, áudio e vídeo - Simulações e casos práticos com ferramentas de IA (ex.: ChatGPT, Gamma APP, Canva, Suno, Capcut, NotebookLM, etc.) 5. Criação de sequências didáticas com ferramentas de IA 6. Apresentação e análise crítica dos trabalhos desenvolvidos. Estruturação das sessões: Sessão 1- Fundamentos da IA e o seu uso em educação - Leitura de referenciais, utilização do NotebookLM - 3 h presenciais Sessão 2 - Desafios éticos: privacidade, autoria, viés algorítmico - discussão em salas simultâneas com assistente de chatbot 2,10h online Sessão 3 - Apresentação e exploração do modelo CONFIA - utilização do Pictochart/Mapify/Napkin/Canva/Gamma - 2, 10 h online Sessão 4 - Avaliação crítica de outputs gerados por IA a partir de texto, imagem, áudio e vídeo - exploração em salas simultâneas a pares com assistentes de IA - 2,10 h online Sessão 5 - Modelos de integração pedagógica da IA com o modelo CONFIA - exploração individual com assistentes de IA - 2,10 h online Sessão 6 - Simulações e casos práticos com ferramentas de IA (ex.: ChatGPT, Gamma APP, Canva, Suno, Capcut, etc.) Exploração em salas simultâneas com assistentes de IA - 3 h -Presencial Sessão 7- Simulações e casos práticos com ferramentas de IA (ex.: ChatGPT, Gamma APP, Canva, Suno, Capcut, etc.) Exploração em salas simultâneas com assistentes de IA - 2,10 h online Sessão 8 - Criação de sequências didáticas; assistentes de chatbot; Tutores de IA; Feedback nos processos de avaliação formativa - 2,10 h online Sessão 9 - Criação de sequências didáticas; assistentes de chatbot; Tutores de IA; Feedback nos processos de avaliação formativa - 2,10 h online Sessão 10 - Apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta do trabalho do formando sobre o projeto / metodologias / materiais implementados na prática pedagógica.
Metodologias
Presencial: Oficina em regime b-learning com 25h síncronas e 25h autónomas. Inclui: - 3 Sessões presenciais (9h) e 7 sessões síncronas interativas (16h) online no Moodle do CFAE com dinâmicas de práticas de trabalho (individual, pares e pequenos grupos); - Exploração de ferramentas e estudo de casos; - Trabalho em grupos colaborativos; - Exploração de guiões e tutoriais. - Elaboração de um portefólio reflexivo e plano de aula com IA. A oficina terá três etapas fundamentais: 1. Uma componente presencial conjunta e online síncrona e assíncrona, onde serão explorados os conteúdos teórico-práticos e a orientação para elaboração de um projeto / implementação de metodologias e/ou materiais pedagógicos. (21 horas) 2. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo: 25h 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta do trabalho do formando sobre o projeto / metodologias / materiais implementados na prática pedagógica. (3 horas presenciais). Trabalho Autónomo: - Implementação de projetos / metodologias na sala de aula / construção de materiais pedagógicos; - Preparação dos materiais para apresentação à turma, na última sessão; - Elaboração do relatório crítico: autoavaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)
Avaliação
Os participantes procedem à apresentação de um relatório crítico sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Avaliação final do formando: Ponderações: 25% participação nas sessões e 75% para os trabalhos desenvolvidos e relatório final do formando. Sendo que: - Participação nas sessões e fóruns (25%) - Elaboração de um portefólio reflexivo (35%) - Plano de aula ou projeto com IA aplicado no contexto educativo (40%). - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Modelo
A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.
Bibliografia
Neves, M. (2025). Newsletter «Unlock AI:Shape the Future - AI in 5 Minutes». January 26, 2025. Linkedin. https://www.linkedin.com/pulse/unlock-aishape-future-ai-5-minutes-marco-neves-jk2uf/?trackingId=Ce64UZbhQTG65IXKGmMI9Q%3D%3DBoonstra, L. (2025). Guia Avançado de Prompt Engineering do Google. Fevereiro de 2025. Google. https://www.kaggle.com/whitepaper-prompt-engineeringCouncil of Europe (2022). Artificial Intelligence and Education. A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law. Council of Europe Publishing. https://rm.coe.int/artificial-intelligence-and-education-a-critical-view-through-the-lens/1680a886bdINCoDe. 2030 (2020). AI Portugal 2030. An innovation and growth strategy to foster Artificial Intelligence in Portugal in the European context. https://observatorio.incode2030.gov.pt/wp-content/uploads/2022/05/Estrat%C3%A9giaAI2030-1.pdfUNESCO (2025). Miao, F. & Cukurova, M . Marco referencial de competências em IA para professores. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000394281.locale=en
Observações
FORMADORA VIOLANTE ROMÃO LICENCIATURA EM ENSINO – Variante de Educação Visual, ESEB, 1991 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Magister em Creatividade Aplicada, USC, 2001 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Curso de Inteligência Artificial e Tecnologias Emergentes na Aprendizagem, UL, ISLA de Santarém, 2025. É Professora desde 1991 de Educação Visual e Educação Tecnológica; Foi Coordenadora de Departamento (AEGE); Elemento da Comissão Pedagógica do CFAE Dr. Rui Grácio; Representante da Autonomia e Flexibilidade Curricular do CFAE Rui Grácio (22/25); Assessora Técnico Pedagógica no CFAE Dr. Rui Grácio (2025/26). Formadora acreditada pelo CCPFC desde 2000 nos domínios: Animação de Grupos; Didáticas Específicas; Inovação Educacional; Investigação-Ação, Criatividade Aplicada à Educação e e Tecnologias Educativas (Aplicações de Informática). Capacitação de Formadores em Educação Inclusiva pela DGE (2023). É membro da equipa do Projeto Erasmus+ «Teacher Education Regenerated (TE_REG). Beyond Competencies. Rethinking and redesigning teacher education curricula in AI era», cujo coordenador europeu é a Universidade Católica de Louvaina, Bélgica.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:40 | 2:10 | Online síncrona |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:40 | 2:10 | Online síncrona |
| 4 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:40 | 2:10 | Online síncrona |
| 5 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:40 | 2:10 | Online síncrona |
| 6 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:40 | 2:10 | Online síncrona |
| 9 | 02-12-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:40 | 2:10 | Online síncrona |
| 10 | 09-12-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
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PARENTALIDADE POSITIVA: Vamos Conversar sobre Educação com Equilíbrio: Amor, Limites e Afeto
Reserva de Almoço no Hotel Vila Galé (25 €/pessoa) no seguinte link: https://forms.gle/FWWPKHC66XbKE5hi6
ACD
6,0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores; Pessoal Não Docente; Pais e EE; Técnicos de intervenção psicossocial e técnicos superiores das autarquias locais, comunidade educativa em geral
Esta ação de curta duraçao resultou da iniciatva da CPCJ de Lagos, em parceria com a Câmara Municipal de Lagos e o Centro de Formação Dr. Rui Grácio. A certificação de 6 horas de formação é emitida na Dimensão Científica e Pedagógica da Docência.
Fundamenta-se na necessidade de repensar a prevenção e ...
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Ref. 2891 Inscrições abertas até 24 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD2/2026-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 2 de Outubro de 2026
Fim: 2 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Hotel Vila Galé - Lagos
Formador
Nuno Pinto Martins
Destinatários
Educadores de Infância e Professores; Pessoal Não Docente; Pais e EE; Técnicos de intervenção psicossocial e técnicos superiores das autarquias locais, comunidade educativa em geral
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Lagos (CPCJ), em parceria com a Câmara Municipal de Lagos e o Centro de Formação Dr. Rui Grácio.
Enquadramento
Esta ação de curta duraçao resultou da iniciatva da CPCJ de Lagos, em parceria com a Câmara Municipal de Lagos e o Centro de Formação Dr. Rui Grácio. A certificação de 6 horas de formação é emitida na Dimensão Científica e Pedagógica da Docência. Fundamenta-se na necessidade de repensar a prevenção e sensibilização da comunidade para a promoção dos direitos e proteção das crianças e jovens, no âmbito do tema da Parentalidade Positiva, sob o título "Vamos Conversar sobre Educação com Equilíbrio: Amor, Limites e Afeto". O evento visa capacitar famílias, professores e educadores e profissionais da área com ferramentas práticas para uma educação equilibrada e harmoniosa, quer seja em casa, quer seja em contexto escolar.
Objetivos
- Sensibilizar os intervenientes para a necessidade de alterar hábitos e comportamentos das famílias e sensibilizar pais, agentes da 1.ª Linha para uma maior sensibilidade na intervenção com crianças/jovens face a comportamentos disfuncionais. - Promover estratégias na educação e parentalidade positiva, através do afeto e do cumprimento de limites face à necessidade de uma educação assertiva. - Promover qualidade de vida às crianças/jovens e novas políticas públicas que fomentem a proximidade entre a os pais, comunidade, família e escolas.
Conteúdos
PROGRAMA Seminário de Parentalidade Positiva – "Vamos Conversar sobre Educação com Equilíbrio: Amor, Limites e Afeto" Data e Local: 2 de outubro | Hotel Vila Galé de Lagos 09h30 – Receção dos Participantes / Welcome coffee 10h00 – Momento Cultural 10h30 – Sessão de Abertura 11h00 – Palestra com o Dr. Nuno Pinto Martins | Título: "Educar com amor e limites: missão (im)possível?" 12h30 – Debate 13h00 – Pausa para Almoço 14h45 – Momento Cultural 15h00 – Palestra com a Dr.ª Rute Agulhas | Título: "Raízes para regressar e Asas para partir" 16h30 – Debate e Sessão de Encerramento Opção de Almoço no Hotel Vila Galé (25 €/pessoa): Em caso de interesse, os participantes devem reservar o almoço no seguinte link: https://forms.gle/FWWPKHC66XbKE5hi6
Metodologias
Formação em formato de Seminário, moderado por especialistas na área da promoção e proteção do bem-estar das crianças e jovens e na parentalidade positiva.
Modelo
A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).
Observações
FORMADORES RUTE AGULHAS Licenciatura em Psicologia; Pós Graduação em Terapias Comportamentais e Cognitivas (APTCCI), em Terapia Familiar e Sistémica (SPTF) e em Análise de Dados para as Ciências Sociais (ISCTE-IUL) Autora e coautora de numerosos livros, artigos e materiais pedagógicos na área da Psicologia Clínica e da Justiça, nomeadamente sobre avaliação pericial psicológica, violência sexual, divórcio e parentalidade, direitos das crianças, escrita terapêutica e prevenção primária de diversas problemáticas em crianças e jovens. Professora no ISCTE, Universidade de Lisboa. NUNO PINTO MARTINS Curso de Especialização em Jornalismo (2001/2002) Curso de Especialização em Direito do Desporto Profissional (2002/2003) Curso de Social Media Marketing (2015) Certificado Internacional como Educador parental em Disciplina Positiva (2017) Certificado Internacional como Educador de Disciplina Positiva em contexto de sala (2017) Certificado Internacional no método Kids Coaching (2020/2021)
RESERVA DE ALMOÇO - HOTEL VILA GALÉ - 2 OUTUBRO Os professores interessados devem reservar o Almoço no Hotel Vila Galé (25 €/pessoa) no seguinte link: https://forms.gle/FWWPKHC66XbKE5hi6
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-10-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 17:00 | 7:30 | Presencial |
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Jornadas Pedagógicas do AEGE 2026 - Presença, vínculo e ação: respostas partilhadas para o envolvimento escolar
Ação exclusiva para Professores e outro pessoal educativo do AE Gil Eanes
ACD
6,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
As Jornadas Pedagógicas do AEGE 2026 são da iniciativa do Agrupamento de Escolas Gil Eanes, formalizadas em Ação de Formação de Curta Duração (ACD), em regime presencial, com a duração total de 6 horas de formação. A certificação é emitida na Dimensão Científica e Pedagógica da docência.
As Jornadas ...
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Ref. 2901 Inscrições abertas até 25 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD1/2026-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 10 de Outubro de 2026
Fim: 10 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Gil Eanes
Formador
Rute Alexandra Campos Domingos
Paulo Alexandre da Silva Martins Soares
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Gil Eanes, em parceria com o CFAE Rui Grácio
Enquadramento
As Jornadas Pedagógicas do AEGE 2026 são da iniciativa do Agrupamento de Escolas Gil Eanes, formalizadas em Ação de Formação de Curta Duração (ACD), em regime presencial, com a duração total de 6 horas de formação. A certificação é emitida na Dimensão Científica e Pedagógica da docência. As Jornadas Pedagógicas do AEGE 2026 partem de um problema concreto identificado no agrupamento: a combinação entre absentismo injustificado, atrasos e falta de pontualidade — com particular incidência no 1.º ciclo —, fragilidade do vínculo à escola, reduzido envolvimento de algumas famílias e insuficiente articulação entre respostas escolares, sociais e institucionais. A ação pretende transformar dados, experiências e perspetivas diversas em conhecimento partilhado e, posteriormente, em decisões operacionais. A presença regular e pontual não é tratada apenas como uma obrigação administrativa, mas como uma condição de aprendizagem, integração, bem-estar e construção do vínculo do aluno à escola. A intervenção precoce, a comunicação com as famílias, a mediação intercultural e a cooperação entre escola, autarquia, CPCJ e parceiros locais são assumidas como dimensões complementares da resposta. A organização pedagógica da ação assenta numa progressão intencional: partir da realidade do Agrupamento (VER), aprofundar a sua compreensão através de diferentes perspetivas (COMPREENDER), construir respostas concretas (AGIR) e consolidar compromissos de intervenção no plenário final. As designações VER, COMPREENDER e AGIR correspondem às etapas do trabalho e não alteram a designação oficial da ação.
Objetivos
Objetivos gerais • Promover uma leitura partilhada e fundamentada dos problemas de assiduidade, pontualidade e vinculação escolar no AEGE. • Aprofundar a compreensão das causas, sinais de risco e consequências pedagógicas do absentismo e dos atrasos sistemáticos. • Reforçar a capacidade de intervenção precoce e articulada dos docentes e das estruturas do agrupamento. • Aproximar escola, famílias e entidades do território, evitando leituras culpabilizantes e favorecendo responsabilidades partilhadas. • Produzir propostas concretas, prioridades de intervenção, compromissos institucionais e mecanismos de acompanhamento. Objetivos específicos • Analisar dados internos de assiduidade, pontualidade, retenção e sinalização, distinguindo tendências globais e especificidades por ciclo. • Identificar sinais precoces que podem não estar refletidos nos relatórios formais, como atrasos repetidos, faltas dispersas, justificações recorrentes e dificuldades de contacto com as famílias. • Relacionar presença, pontualidade, aprendizagem, motivação, bem-estar e vínculo à escola. • Conhecer o enquadramento legal, as responsabilidades e os limites de atuação da escola e das entidades de proteção. • Reconhecer o valor da mediação intercultural e da comunicação acessível na aproximação às famílias. • Avaliar criticamente medidas de recuperação de faltas e respostas já utilizadas no agrupamento. • Construir propostas que identifiquem, sempre que aplicável, ação, responsável, parceiros, prazo e indicador de acompanhamento. • Definir prioridades de intervenção e mecanismos regulares de monitorização e seguimento.
Conteúdos
VER — O retrato do nosso agrupamento • Quadro geral do agrupamento: leitura integrada dos dados de assiduidade, pontualidade, reincidência e situações formalmente sinalizadas no AEGE. • 1.º ciclo: atrasos frequentes, ausências reiteradas, primeiros sinais de desvinculação e respostas desenvolvidas pelas equipas pedagógicas. • 2.º e 3.º ciclos: ultrapassagem dos limites de faltas injustificadas, medidas de recuperação, reincidência, acompanhamento e continuidade entre anos e ciclos. • Perspetiva das famílias: apresentação dos resultados do inquérito aos pais e encarregados de educação e comunicação da representante das Associações de Pais do AEGE. • Interpretação diferenciada por ciclo e identificação de prioridades comuns e específicas de intervenção. COMPREENDER — Perspetivas para interpretar e orientar a intervenção • Absentismo, adversidade, parentalidade, motivação, bem-estar e vínculo à escola, a partir de uma perspetiva psicológica e educativa. • Enquadramento legal e inspetivo: obrigação de frequência, proteção, responsabilidades, limites de atuação da escola e práticas observadas. • Migração, língua, mediação intercultural, integração e construção de pontes entre escola e famílias. • Articulação entre respostas pedagógicas, sociais, comunitárias e institucionais. • Responsabilidade partilhada e prevenção de abordagens culpabilizantes. AGIR — Construção de respostas concretas • Pontualidade e presença no 1.º ciclo: atuação precoce perante atrasos, faltas reiteradas e sinais de risco. • Famílias e escola nos primeiros anos: confiança, comunicação e participação. • Recuperação com sentido: identificação precoce, eficácia das respostas e acompanhamento no 2.º ciclo, 7.º e 8.º anos. • Persistência e agravamento do absentismo no 9.º ano e nos ensinos secundário regular e profissional. • Continuidade do acompanhamento nas transições entre equipas, escolas, níveis e ofertas formativas. • Proteção e resposta institucional: responsabilidades, sinalização, comunicação e articulação. • Migração, língua e mediação: barreiras linguísticas, culturais, administrativas e sociais. • Comunidade, cultura e pertença: contributo dos recursos comunitários para prevenir ou reverter o afastamento. • Dados, alertas e acompanhamento: identificação, sinalização, registo, monitorização e avaliação. • Responsabilidade partilhada e ação articulada: compromissos entre escola, Município e parceiros.
Metodologias
A ação combina metodologias expositivas, interrogativas, participativas e de resolução de problemas. A manhã integra comunicações breves, apoiadas em dados e contributos especializados, seguidas de debate moderado. A tarde organiza-se em dez salas de trabalho, com participação de docentes, técnicos, representantes das famílias e parceiros institucionais, orientadas por questões concretas e por uma ficha comum de produção. O plenário final permite apresentar as sínteses, identificar pontos de convergência e consolidar prioridades e compromissos de intervenção. • Comunicações breves com suporte visual e dados selecionados. • Questões escritas e debate moderado. • Análise de situações e práticas do AEGE. • Trabalho colaborativo em dez salas temáticas, organizadas em torno de questões orientadoras. • Registo das propostas em ficha A3 ou formulário equivalente. • Apresentação das principais conclusões e propostas das salas em plenário. • Identificação de prioridades comuns, compromissos institucionais e mecanismos de acompanhamento.
Modelo
A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).
Anexo(s)
Programa completo das Jornadas Pedagógicas do AEGE - 2026
Observações
FORMADORES RUTE DOMINGOS Formadora responsável / coordenadora científico-pedagógica: Rute Domingos, grupo 320, professora do Quadro do Agrupamento de Escolas Gil Eanes, Subdiretora do AEGE e Mestre em Gestão e Administração Escolar. A formadora responsável assegura o enquadramento científico-pedagógico da ação, a articulação entre os diferentes momentos, a orientação metodológica das salas de trabalho, o acompanhamento dos formandos e a validação dos elementos de avaliação e assiduidade. PAULO SOARES
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:15 - 17:00 | 2:45 | Presencial |
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Oficina de produção de materiais didáticos para o ensino do PLNM - Português Língua Não Materna
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores a lecionar Português Língua Não Materna: 110, 200, 210, 220, 300, 320
O estudo «Avaliação de impacto e medidas prospetivas para a oferta do Português Língua Não Materna (PLNM) no Sistema Educativo Português», http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/estudo_plnm.pdf, revela graves lacunas na formação dos docentes, no que concerne o ensino do Português ...
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Ref. 2033 Inscrições abertas até 30 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122243/23
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 10 de Outubro de 2026
Fim: 5 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio
Formador
Tiago Miguel Neves da Silva Machete
Destinatários
Professores a lecionar Português Língua Não Materna: 110, 200, 210, 220, 300, 320
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores a lecionar Português Língua Não Materna: 110, 200, 210, 220, 300, 320. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores a lecionar Português Língua Não Materna: 110, 200, 210, 220, 300, 320.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Dr. Rui Grácio
Enquadramento
O estudo «Avaliação de impacto e medidas prospetivas para a oferta do Português Língua Não Materna (PLNM) no Sistema Educativo Português», http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/estudo_plnm.pdf, revela graves lacunas na formação dos docentes, no que concerne o ensino do Português como Língua Não Materna. Constata-se que 84% dos professores que lecionam o PLNM não têm formação específica em ensino do PLNM (página 38 do estudo). Estas lacunas de formação na área estendem-se aos coordenadores de PLNM (página 38 do estudo), sendo que 83% dos coordenadores de PLNM não têm formação específica nesta área. Por si só, as lacunas formativas acima referidas constituem, no nosso entender, razões suficientes para a criação desta formação, porém, os problemas relacionados com o ensino do PLNM agravam-se à medida que progredimos na leitura do estudo, nomeadamente a dualidade de critérios na implementação do PLNM ou as taxas de insucesso escolar que, em alguns casos, chegam perto dos 40% (página 31 do estudo). Para além dos aspetos referidos no estudo, também devemos considerar o recente fenómeno de imigração, que origina um aumento da população escolar falante de PLNM. Deste modo, torna-se fundamental disponibilizar uma oferta formativa de qualidade, que permita preparar os docentes para esta realidade.
Objetivos
No final da oficina de formação, os formandos deverão ser capazes de: (1) Distinguir conceitos essenciais e relacioná-los com situações reais; (2) Conduzir o processo de sinalização dos alunos falantes de PLNM; (3) Identificar e interpretar o suporte legislativo; (4) Relacionar o suporte legislativo com casos reais; (5) Reconhecer a importância e utilidade do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas; (6) Identificar os diferentes níveis de proficiência linguística; (7) Reconhecer a importância e utilidade do Portfolio Europeu de Línguas; (8) Produzir e adaptar materiais didáticos para o desenvolvimento da compreensão e expressão oral e da compreensão e expressão escrita, adequados ao perfil sociolinguístico dos alunos.
Conteúdos
1 Conceitos fundamentais: português língua materna, português língua segunda, português língua estrangeira, português língua de herança, português língua oficial, português língua nacional, português língua de escolarização, português língua não materna; 2 Análise do suporte legislativo; 3 O Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas; 4 O Portefólio Europeu de Línguas; 5 O perfil sociolinguístico; 6 As aprendizagens essenciais em PLNM; 7 Orientações metodológicas para o trabalho de compreensão e produção oral; 8 Orientações metodológicas para o trabalho de compreensão e produção escrita; 9 Modelo de percurso didático. Em grupo e presencialmente, os formandos definem conceitos e, entre grupos, constroem uma definição conjunta. O formador apresenta a legislação e os formandos, num curto debate, expõem dúvidas no que concerne a implementação do PLNM. A distância, online síncrono, o formador apresenta e efetua uma exploração dos documentos orientadores que serão utilizados pelos formandos durante a formação. O formador apresenta orientações metodológicas para a produção de materiais didáticos. Os formandos preparam uma aula de PLNM e constroem os respetivos materiais didáticos, em grupo. O formador orienta o trabalho dos formandos e esclarece dúvidas nas sessões online síncronas. Presencialmente, os formandos apresentam os trabalhos produzidos, os colegas e o formador comentam os trabalhos apresentados.
Metodologias
A oficina terá a duração de 25 horas presenciais e três etapas fundamentais: 1. Uma componente presencial conjunta, na primeira e última sessões. A primeira sessão servirá para debater a implementação do PLNM e a última para apresentação e discussão dos trabalhos produzidos. (12 horas) 2. Uma componente online síncrona, onde serão explorados os conteúdos teórico-práticos e a orientação para construção de uma aula de PLNM, em grupo, e respetivos materiais didáticos. (13 horas) 3. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo. 25h - Construção, testagem e aperfeiçoamento de materiais didáticos adequados ao perfil sociolinguístico dos alunos; - Preparação dos materiais para apresentação à turma, na última sessão; - Elaboração do relatório crítico : autoavaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)
Avaliação
Os participantes procedem à apresentação de uma aula de PLNM e respetivos materiais didáticos e de um relatório crítico sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Avaliação final do formando: Ponderações: 25% participação nas sessões e 75% para os trabalhos desenvolvidos e relatório final do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Modelo
A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online (obrigatória). O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.
Bibliografia
Conselho da Europa, Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas - Aprendizagem, ensino, avaliação; Porto; Edições ASA; 2001.Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular; Aprendizagens Essenciais; 2018. http://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular; Estudo de caracterização e avaliação de impacto da aplicação do Português Língua Não Materna (PLNM) no ensino básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos) e no ensino secundário; 2014. http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/estudo_plnm.pdfDireção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular; Proposta de Orientações Programáticas de Português Língua não Materna (PLNM) para os Ensinos Básico e Secundário; 2014. http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/2_proposta_de_orientacoes_programaticas_plnm.pdfDireção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular; Protótipos de materiais e recursos para o ensino do Português Língua não Materna (PLNM) nos Ensinos Básico e Secundário; 2014. http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/4_prototipos_de_materiais_e_recursos_plnm.pdf
Observações
FORMADOR TIAGO MACHETE O formador é Licenciado em Ensino, no curso Professores do Ensino Básico, Variante Português-Francês. Mestre em Ensino do Português Como Língua Segunda e Estrangeira; Formador com experiência na formação contínua de professores, na área do “Ensino do Português como Língua Não Materna” (gestão, organização e acompanhamento de cursos de formação); produção de materiais didáticos para ensino do português e do português como língua não materna; autor de cursos de formação na modalidade de eLearning; investigador; Formador em países de Expressão Portuguesa: Formador, em regime de co-formação, na ação “Língua e Cultura Portuguesas – Almada em Diálogo Intercultural” (ação solicitada pela Direção de Serviços da Educação e Juventude de Macau e pela Universidade de Macau); Formador de professores e coordenadores de Português, no âmbito Reforma do ensino Técnico-Profissional (RETEP 22) – Instituto Médio de Economia de Luanda; Formador de professores no âmbito da implementação do “Programa de Língua Portuguesa do Ensino Básico” – turma 21 (Tutor na plataforma eLearning da DGIDC); Consultor no âmbito da ação “Português Língua Não Materna”; implementação do PLNM e acompanhamento dos professores dos agrupamentos de escolas Domingos Jardo, Padre Alberto Neto, Ruy Belo e Visconde Juromenha; Formador de Formadores de Português Língua Não Materna, Direção-Geral de inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), Ministério da Educação de Portugal; Professor de português e de português língua não materna.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 10-10-2026 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 7 | 05-12-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 05-12-2026 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME

