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Escola Secundária Júlio Dantas, Largo Prof. Egas Moniz 8600-904 Lagos
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Documentos

Consulta e download de documentos e formulários.

Legislação

Legislação

Consulte a legislação em vigor

            

 

Plano de Formação 2025-2026 (Setembro-Dezembro): AQUI.

REGULAMENTO DE INSCRIÇÕES:

1. As inscrições processam-se online, na  plataforma digital do CFAE Rui Grácio, em que o docente deve criar /atualizar conta, no seguinte link: https://centroruigracio.cfae.pt/
2. Posters, programas e cronogramas das ações ficam visíveis no separador “Oferta Formativa” quando se abrem inscrições para cada ação na plataforma.
3. No separador “Documentos” da plataforma, os interessados podem consultar o Manual do Utilizador da Plataforma do CFAE Rui Grácio.
4. Após criar/atualizar conta na plataforma, o docente deverá selecionar a oferta formativa e depois a ação pretendida, selecionando o dispositivo “Inscrever-me”, passando o rato sobre o cartaz, ou selecionando “Inscrever-me” no final do programa de cada ação.
5. O sistema não admite inscrições depois da data-limite, identificada em cada ação de formação. Após o encerramento da plataforma e depois de gerados todos os documentos oficiais a partir da mesma, não será possível admitir mais inscrições de formandos. Os prazos de inscrição têm de ser cumpridos.
6. Será enviado um e-mail de admissão aos docentes selecionados, antes do início de cada ação de formação.
7. No caso das ações em regime e-learning ou b-learning, serão enviadas instruções para os formandos se registarem no Moodle do CFAE Rui Grácio. A credenciais de acesso ao Moodle e às disciplinas, bem como os links de acesso a videoconferências, não podem ser partilhados com outros docentes.

CÓDIGO DE CONDUTA EM REGIME DE FORMAÇÃO A DISTÂNCIA
As ações de formação a decorrer a distância, em regime e-learning ou b-learning, obedecerão a um código de conduta ética, a ser seguido por todos os participantes. O código de conduta será enviado a todos os formandos no e-mail de admissão para a frequência das ações de formação online. 

 

Conheça as iniciativas dos CFAE ao longo dos anos no site MEMÓRIAS DOS CFAE: https://memoriascfae.pt/destaques/

 

Plataforma Moodle do CFAE Rui Grácio: https://moodlecfrg.esjd.pt/

 
 

DIVULGAÇÃO

349

Voz, dicção e teatralização de contos

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Técnicos especializados nas áreas de educação e cultura; Pessoal não docente das bibliotecas escolares

Escola Secundária Júlio Dantas - Lagos

Esta ação de curta duração é certificada com 6 horas na Dimensão Científica e Pedagógica da Docência, sendo determinante obter 100% de assiduidade nas duas sessões. A leitura em voz alta e a narrativa de histórias são práticas centrais no trabalho de professores, educadores, bibliotecários e animadores ...
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Ref. 2611 Inscrições abertas até 28-01-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD16/25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 29-01-2026

Fim: 30-01-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Júlio Dantas - Lagos

Formador

ANA PATRÍCIA REIS CHAVES

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Técnicos especializados nas áreas de educação e cultura; Pessoal não docente das bibliotecas escolares

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio

Enquadramento

Esta ação de curta duração é certificada com 6 horas na Dimensão Científica e Pedagógica da Docência, sendo determinante obter 100% de assiduidade nas duas sessões. A leitura em voz alta e a narrativa de histórias são práticas centrais no trabalho de professores, educadores, bibliotecários e animadores culturais, pois contribuem para a promoção do gosto pela leitura, a dinamização de contextos educativos e culturais e o fortalecimento das competências comunicativas. O domínio da voz, da dicção e da teatralização permite transformar a performance de histórias em experiências vivas, envolventes e significativas, favorecendo a escuta ativa, a imaginação e a criação de ambientes de aprendizagem mais participativos. Esta ação responde à necessidade profissional de melhorar a comunicação oral, a expressividade e a mediação cultural através da palavra e do corpo.

Objetivos

• Ter consciência da voz, do corpo e do olhar como instrumentos narrativos. • Conhecer o aparelho fonador e adotar cuidados com a saúde vocal. • Trabalhar a dicção, a projeção e a qualidade da palavra. • Utilizar recursos expressivos (voz, corpo, gestos, pausas) na performance de histórias. • Analisar e interpretar contos, identificando momentos-chave de envolvimento com o público. • Criar ambientes favoráveis à escuta e à imaginação.

Conteúdos

• Qual é o meu som? – descoberta da voz como identidade narrativa. • O infinito do meu corpo – corpo como extensão da palavra. • Era uma vez... um conto – análise e estruturação narrativa. • A Hora do Conto – integração das técnicas em apresentação performativa. • Exercícios práticos de aquecimento vocal, respiração e articulação. • Exploração de um texto ou um conto com enfoque dramatúrgico e expressivo. • Técnicas de teatralização aplicadas à leitura e narrativa oral. • Visualização e análise de vídeos de contadores de histórias. • Criação e apresentação de momentos performance com feedback. • Reflexão coletiva sobre práticas e aplicação em contextos reais.

Metodologias

Componente teórica com base na seguinte estratégia: A estratégia teórica será predominantemente expositiva e demonstrativa, apoiada por recursos audiovisuais (apresentações e vídeos de referência de contadores de histórias) e materiais de apoio escritos. Esta componente visa a clarificação de conceitos essenciais, como: 1. Fundamentos da Saúde Vocal: Noções básicas sobre o aparelho fonador e os cuidados preventivos. 2. Princípios da Expressividade: Conceitos de projeção, articulação, ritmo, pausa e tom. 3. Estrutura Narrativa: Análise dramatúrgica de contos para identificar pontos de viragem e momentos de clímax, focando a interpretação. 4. Recursos Cénicos: Apresentação da função do corpo, do gesto e do olhar na comunicação não-verbal e na construção de ambientes de escuta. Como formadora irei facilitar a discussão (método ativo-participativo) para que os conceitos sejam ancorados nas experiências prévias dos formandos. Componente prática com base na seguinte metodologia: A metodologia prática será ativa, experiencial e oficinal, centrada na experimentação individual e coletiva, culminando na apresentação e reflexão (performance com feedback). 1. Exercícios Técnicos (Oficina Vocal e Corporal): Realização de exercícios de aquecimento vocal, respiração diafragmática e articulação de fonemas (dicção), seguidos de movimentos de consciência corporal e desbloqueio. 2. Exploração de Texto (Laboratório): Cada formando explorará ativamente trechos de contos ou textos com enfoque dramatúrgico, trabalhando a voz e o corpo em função da emoção e intenção do texto. 3. Apresentação Performada (A Hora do Conto): Criação e estruturação de um momento de narrativa oral completo. 4. Feedback e Reflexão: Aplicação do método de feedback construtivo (auto e hetero-avaliação) após as apresentações, permitindo a imediata reflexão sobre as práticas e a identificação de áreas de melhoria para aplicação em contexto real (escola, biblioteca, etc.). BIBLIOGRAFIA SHERMACK, K.Q. A Contação de Histórias como Arte Performática na Era Digital: convivência em mundos de encantamento. https://editora.pucrs.br/anais/IIICILLIJ/Trabalhos/Trabalhos/S10/keilaschermack.pdf, acedido a 10.10.2021. REVERBEL, Olga. Jogos teatrais na escola: atividades globais de expressão. São Paulo: Scipione, 1989 BUSATTO, C. (2011a). "Paiquerê Piquiri Fiietó, um experimento com as linguagens". In PRIETO, B. (2011). Contadores de Histórias - um exercício para muitas vozes. Rio de Janeiro. Prieto Produções Artísticas, pág. 101-103. AGUIAR, V. T. de. Conceito de leitura. In: CECCANTINI, J. L. C. T.; PEREIRA, R. F.; ZANCHETTA Jr. (Org.) Pedagogia cidadã: cadernos de formação: Língua Portuguesa. São Paulo: UNESP, Pró-Reitoria de Graduação, 2004. (vol 1) BENJAMIN, W. O narrador – considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In, BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1985.

Modelo

A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).


Observações

FORMADORA ANA PATRÍCIA CHAVES Profissão Principal Mediadora Linguística e Cultural. Professora de Teatro e Artes Performativas, Coreógrafa, Cenógrafa, Dramaturga, Encenação, Atriz, Contadora de Histórias e Escritora. Especialidade Criação, coordenação e dinamização de projetos artísticos e inclusivos, com foco em teatro com seniores, crianças com deficiência e comunidades diversas. Formação Académica Mestrado em Artes Cénicas (NOVA FCSH, 2023) Pós-graduação em Práticas Artísticas para Inclusão Social (Católica Lisboa, 2023) Licenciatura de Animação Intervenção Sociocultural (ESE Setúbal, 2009). Certificações Formadora Certificada pelo CCPFC (Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua) - Registo: CCPFC/RFO-42574/24. Certificado de Competências Pedagógicas (Formador IEFP). Experiência Profissional Chave Mediadora Linguística Cultural (desde 2025): Planeamento de projetos, projeção de novos desafios para os alunos migrantes, implementação do portefólio pedagógico artístico. Coordenadora Artística na Câmara Municipal de Sesimbra (desde 2019): Gestão, programação e produção para Ação Social. Criação, encenação e produção de 25 peças de teatro com grupos seniores. Criação e direção do projeto OTI - Oficina de Teatro Inclusivo (com crianças com deficiência). Gestora e Diretora Artística da Associação PIPA (desde 2020): Coordenação do projeto Entre'Palcos, criação do projeto "Momentos com Histórias" e gestão de workshops. Técnica Superior de Animação na Anime.PAF (2005-2019). Publicações Autora do livro infantil "A menina de vidro" (Editora Flamingo, 2021), "Pensamentos confinados" e "Que Bom", o livro de práticas artísticas “ Inspirar Futuro”. Competências Adicionais Domínio da informática na ótica do utilizador, Gestão de redes sociais, Voz Off, Ilustração e Artes Plásticas (Construção de Fantoches, Escultura, Pintura).

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-01-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 30-01-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
325

Laboratórios de Educação Digital: cenários de aprendizagem ativa

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos ...
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Ref. 2391 Inscrições abertas até 30-01-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126390/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 04-02-2026

Fim: 29-04-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

Formador

Irene Domingos de Oliveira

Mário Miguel Pereira Guedes

Vítor Manuel Noruegas Dias da Rocha

Olavo Daniel Cristina Rodrigues

João Paulo da Conceição Barbosa

António Vidal Santos

Maria Helena de Jesus Luís Vieira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio

Enquadramento

Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da “Transição digital na Educação”. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.

Objetivos

Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.

Conteúdos

Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) Apresentação dos formandos e formadores. Apresentação da formação. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.

Metodologias

Presencial: Presencial: A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10 horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2 atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.

Avaliação

O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.

Modelo

A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.

Bibliografia

Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org)Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leaders and teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdfBannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for school leaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdfCarravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital. file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdfEuropean Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework. https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf


Observações

FORMADORES: JOÃO PAULO BARBOSA CCPFC/RFO-32914/13 - Bacharelato em Informática de Gestão. - iniciou a atividade letiva em 1988, na Escola Secundária Júlio Dantas; - atualmente leciona na mesma escola, no quadro do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, grupo de recrutamento 550; - formador certificado pelo CCPFC, desde 27 de fevereiro de 2013, com o registo CCPFC/RFO-32914/13 - desenvolveu ao longo da carreira variadas ações de formação através do Centro de Formação Dr. Rui Grácio; - mais recentemente, frequentou a formação de formadores promovida pela DGE no âmbito da Transição Digital, e - desenvolveu várias formações no âmbito da Transição Digital; - coordenador do grupo de recrutamento 550; - avaliador interno e externo de docentes. IRENE OLIVEIRA CCPFC/RFO-42298/23 LICENCIATURA EM: Ensino de Biologia e Geologia, variante Geologia PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO EM: Ensino da Geologia e Recursos Educativos Digitais Irene Oliveira está acreditada como formadora de professores nos domínios B115 - Tecnologia e Comunicação Educativa e C106 - Didácticas Específicas (Biologia e Geologia), tendo orientado várias ações de formação no CFAE Rui Grácio; Concluiu os cursos de formação de formadores da DGE relacionados com TIC, LED e ferramentas digitais, no âmbito do Plano de Transição Digital / Capacitação Digital de Docentes; Tem a Licenciatura em Ensino de Biologia e Geologia, variante Geologia; Concluiu um Curso de Especialização em ensino da Geologia; Obteve uma Pós- Graduação em Recursos Digitais na Educação, do Instituto Politécnico de Santarém; Foi Coordenadora do Plano de Inovação do AE Júlio Dantas desde o ano letivo 2021 até 2025; Foi Diretora de uma turma de PCA desde o ano letivo 2021 até 2025. OLAVO RODRIGUES CCPFC/RFO-27373/10 LICENCIATURA: Professores do Ensino Básico, variante de Educação PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Tecnologias da Informação e da Comunicação Licenciatura em Professores do Ensino Básico, variante de Educação Física, na Escola Superior de Educação de Coimbra, concluída em 2001. Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e da Comunicação, no Instituto Piaget - Santo André, concluída em 2008. Certificado de Registo de Formador na área e domínio C15-Tecnologias Educativas (informática / aplicação de informática) atribuído pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua em 2010. Formador em várias oficinas e formações relacionadas com as TIC. Concluiu os cursos de formação de formadores da DGE relacionados com TIC, LED e ferramentas digitais, no âmbito do Plano de Transição Digital / Capacitação Digital de Docentes. MÁRIO MIGUEL GUEDES CCPFC/RFO-1951/05 Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Italianos. Mestre em Ciências da Educação, especialização em Informática Educacional. Formador acreditado pelo CCPFC em Didática de Português e Tecnologias Educativas. Professor do Quadro do Agrupamento de Escolas Gil Eanes (Gr 300 Português, a lecionar também italiano). Presentemente, Mário Guedes é membro da Comissão Pedagógica do CFAE Rui Grácio e coordenador do projeto europeu Erasmus+ "Emotional Intelligence Approach on Teaching Methods". É um formador experiente de didáticas específicas e de TIC. Tem experiência na formação inicial de professores e na implementação de projetos nacionais e internacionais de desenvolvimento profissional dos professores. Coordenou e participou em inúmeros projetos Comenius e Erasmus (desde 1998) e desempenhou durante seis anos as funções de Embaixador eTwinning para a região do Algarve (2017-2023). É coordenador do projeto europeu Erasmus+ "Escolas Inclusivas através da Mediação". É Mestre em Ciências da Educação (Informática Educacional), o que lhe permite assegurar os aspetos tecnológicos de várias ações de formação em regime e-learning, o uso de ferramentas digitais na formação e o apoio aos formandos para a produção de conteúdos em diferentes suportes digitais. Concluiu os cursos de formação de formadores da DGE relacionados com TIC, LED e ferramentas digitais, no âmbito do Plano de Transição Digital / Capacitação Digital de Docentes. VÍTOR MANUEL NORUEGAS DIAS DA ROCHA CCPFC/RFO-35993/15 Licenciatura em Informática; Desempenhou diversos cargos numa multinacional de 1987 a 1995: analista/programador (Portugal); chefe de projeto (França); diretor informático (Suiça) Formador certificado (CAP) desde 1997; Início da atividade letiva no ensino particular e cooperativo em 1997; A lecionar no ensino público desde 2005 Formador certificado pelo Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua desde 2015, com o registo CCPFC/RFO-35993/15; Cargos desempenhados no âmbito da docência: - Professor do grupo de recrutamento 550 - Coordenador TIC - Coordenador PADDE - Coordenador LED - Avaliador interno e externo de docentes - Assessor da Direção - Adjunto da Direção - Vice-presidente da CAP Experiência como Formador: - Formador no âmbito de cursos do IEFP - Formador RVCC para certificação nos ensinos básico e secundário - Formador DGE para a Transição Digital das Escolas - Formador do CFAE Dr. Rui Grácio para a Capacitação Digital Docente COLABORAÇÃO: ANTÓNIO VIDAL SANTOS Licenciado em Ensino de Matemática. Docente do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas. Certificado pelo CCPFC como formador de professores: CCPFC/RFO - 07791/98 Desempenhou o cargo de Embaixador Digital da DGE do CFAE DR. Rui Grácio de 1 de setembro de 2021 até maio de 2025. Tem dinamizado ao longo dos últimos anos inúmeras Ações de Formação para Docentes ao nível das Calculadoras Gráficas e TIC, online e presenciais. Desempenhou o cargo de Subdiretor do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, de 15 de Julho de 2013 a 13 de Junho de 2017. Presidente da Comissão Administrativa Provisória da Escola Secundária Júlio Dantas, de 1 de agosto de 2012 a 14 de julho de 2013. Assistente Convidado de Análise Matemática I e II, de 3 de outubro de 1997 a 30 de junho de 2003, na Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade do Algarve. Avaliador interno e externo de docentes. HELENA VIEIRA Licenciada em Matemática pela Universidade do Algarve, iniciou a carreira de docente em 1996. Para além das atividades didáticas, exerceu variadas funções de coordenação de estruturas pedagógicas, foi responsável e coordenadora de diversos projetos e promoveu vários concursos escolares. Considera-se uma pessoa versátil e criativa e tem verdadeira paixão pelo ensino e pela aprendizagem. Interessa-se por áreas muito diversificadas como tecnologias, ciências, fotografia, fotogrametria, impressão 3D, escultura, escrita, observação de aves, bricolage e música, entre outras. Tem também uma forte consciência ambiental. Integrou a equipa do Centro Ciência Viva de Lagos (CCVL) entre setembro de 2018 e julho de 2022 onde, como atividade principal, desempenhou o cargo de professora coordenadora da Escola Ciência Viva. Desempenhou ainda outras atividades, tais como comunicadora de ciência, responsável pela impressão 3D, professora de Atividades Extra Curriculares de Ciências Experimentais, acompanhamento de visitas às exposições permanentes e temporárias do CCVL, oficinas STE(A)M, participação em diversos projetos científicos e tecnológicos, entre outras. HÉLDER FERREIRA Engenheiro do Ambiente pela Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente da Universidade dos Açores, integra desde 2011 a equipa do Centro Ciência Viva de Lagos onde desempenha várias funções, da comunicação de ciência à coordenação e assessoria de Direção. Possui uma vasta experiência como: • Professor de Atividades de Enriquecimento Curricular de Ciências Experimentais nos Agrupamentos Júlio Dantas e Gil Eanes (de 2015 ao presente). • Formador IBM Portugal – formação para professores no âmbito das STEM (ano letivo 2017/2018) • Formador de cursos de nível III e EFA na Escola Profissional de Agricultura do Algarve (EPAALG) | Set.2004 a Ago.2010 Disciplinas: Projetos em Ambiente, Fundamentos de Ambiente, Ordenamento do Território; Conservação da Natureza, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Solos e Clima, Química, HST (módulo), TIC, Sociedade, Tecnologia e Ciência dos Cursos de Educação e Formação de Adultos. • Orientador educativo | Set.2004 a Ago.2010 • Coordenador dos Cursos de Técnicos: de Gestão de Ambiente; de Turismo Ambiental e Rural e de Jardinagem e Espaços Verdes na EPAALG | Set.2004 a Ago.2010 • Presidente da Direção Pedagógica na EPAALG |Set. 2007 a Ago. 2010) • Formador na Competir - Formação e Serviços, Lda | Dez. 2003 a Jan. 2005, nos Cursos de Ecoturismo e Agroturismo em Monchique. No CCVLagos aprofundou, explorou, desenvolveu outras capacidades e interesses como a educação não-formal, o desenho digital 2D/3D, a programação, a robótica e reforçou o entusiasmo pelo movimento maker.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-02-2026 (Quarta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
2 19-02-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial
3 25-02-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial
4 04-03-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial
5 11-03-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial
6 18-03-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial
7 29-04-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

325
328

Dar voz às palavras: estratégias de oralidade, leitura e escrita no 1.º ciclo
Prioridade ao docentes do 1.º ciclo do AE Gil Eanes

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores do 1º Ciclo;

Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

No âmbito de uma ação de formação centrada no ensino do Português no 1.º ciclo do ensino básico, esta oficina surge como uma resposta às necessidades concretas dos docentes das escolas associadas, proporcionando-lhes um espaço de reflexão, atualização e enriquecimento profissional. A aprendizagem da ...
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Ref. 2421 Inscrições abertas até 03-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136953/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 05-02-2026

Fim: 14-05-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

Formador

Luísa Margarida Parreira do Nascimento Baptista

Destinatários

Professores do 1º Ciclo;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio

Enquadramento

No âmbito de uma ação de formação centrada no ensino do Português no 1.º ciclo do ensino básico, esta oficina surge como uma resposta às necessidades concretas dos docentes das escolas associadas, proporcionando-lhes um espaço de reflexão, atualização e enriquecimento profissional. A aprendizagem da língua portuguesa neste nível de ensino exige uma abordagem integrada, em que oralidade, leitura e escrita são trabalhadas de forma articulada e intencional. Mais do que uma atualização de conhecimentos, esta formação visa potenciar o papel do professor como agente transformador da aprendizagem da língua, promovendo uma prática mais consciente, intencional e eficaz, com impacto direto na qualidade das aprendizagens dos alunos. Neste sentido, a formação de professores assume um papel central, dotando os docentes de estratégias diversificadas, sustentadas em metodologias ativas e na utilização de recursos didáticos inovadores, procurando-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) da disciplina de Português, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina de Português; - Compreender a importância de uma abordagem integrada da oralidade, leitura e escrita no processo de aprendizagem da língua portuguesa no 1.º ciclo; - Reconhecer e aplicar metodologias ativas e estratégias diversificadas no ensino do Português no 1.º ciclo; - Refletir criticamente sobre as suas práticas pedagógicas, identificando áreas de melhoria; - Experimentar recursos didáticos inovadores e adaptá-los ao seu contexto educativo, de forma a tornar o ensino da língua mais dinâmico e significativo; - Partilhar experiências, dificuldades e soluções entre pares, valorizando o trabalho colaborativo como motor de desenvolvimento profissional contínuo; - Desenvolver a capacidade de planear, implementar e avaliar práticas pedagógicas, com impacto direto na melhoria das aprendizagens. - Conceber instrumentos de avaliação formativa e sumativa das competências linguísticas.

Conteúdos

A ação de formação desenvolver-se-á em torno de conteúdos organizados em módulos temáticos interligados, que visam proporcionar aos formandos conhecimentos teóricos e instrumentos práticos para a melhoria das suas práticas pedagógicas no ensino da língua portuguesa. ​ 1. Fundamentos teóricos e princípios orientadores Conceções atuais sobre a aprendizagem da leitura, da escrita e da oralidade no 1.º ciclo; A abordagem integrada da língua portuguesa: articulação entre ouvir, falar, ler e escrever; Competências-chave a desenvolver nos alunos ao longo do 1.º ciclo. Procedimentos: Exposição dialogada de conceitos-chave; Análise de documentos orientadores (PASEO, AE, etc.); Discussão orientada em grupo. ​ 2. Metodologias ativas no ensino da língua Estratégias centradas no aluno: aprendizagem por projetos, trabalho colaborativo, oficinas de escrita e leitura; Diferenciação pedagógica no ensino da língua; Integração de recursos multimodais e digitais no processo de ensino-aprendizagem. Procedimentos: Apresentação e análise de exemplos práticos; Simulação de atividades em grupo; Discussão de casos concretos trazidos pelos formandos. ​ 3. Práticas de leitura e escrita com intencionalidade pedagógica Planeamento de atividades de leitura orientada e partilhada; Escrita como processo: planificação, escrita, revisão e publicação; Leitura e escrita em diferentes géneros textuais. Procedimentos: • Exploração de materiais didáticos; • Elaboração de sequências didáticas em pequenos grupos; • Partilha de experiências e feedback entre pares. ​ 4. Avaliação das aprendizagens no domínio do português Avaliação formativa e reguladora; Instrumentos de observação e registo; Feedback eficaz e orientador da aprendizagem. Procedimentos: Construção e análise de instrumentos de avaliação; Estudo de práticas avaliativas diversificadas; Debate sobre o papel da avaliação no desenvolvimento da autonomia dos alunos. ​ 5. Reflexão e construção colaborativa de práticas Análise crítica das práticas profissionais dos formandos; Identificação de desafios e oportunidades no ensino da língua; Elaboração de propostas de intervenção pedagógica. Procedimentos: Dinâmicas de grupo e reflexão colaborativa; Registo em portefólio individual; Apresentação de propostas com base em contextos reais. DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL DAS SESSÕES: ​Sessão 1 (2h30min - presencial) Tema: Fundamentos teóricos e princípios orientadores – Parte I Conteúdos: Concepções atuais sobre aprendizagem da leitura, escrita e oralidade no 1.º ciclo; Princípios orientadores do ensino da língua Procedimentos: Exposição dialogada; Análise de documentos (PASEO, AE); Discussão orientada em grupo ​Sessão 2 (2h30min - online síncrona ) Tema: Fundamentos teóricos e princípios orientadores – Parte II Conteúdos: Abordagem integrada da língua portuguesa; Competências-chave ao longo do 1.º ciclo Procedimentos: Análise de exemplos; Discussão de articulação entre ouvir, falar, ler e escrever ​ Sessão 3 (2h30min - presencial) Tema: Metodologias ativas no ensino da língua – Parte I Conteúdos: Estratégias centradas no aluno: projetos, trabalho colaborativo, oficinas Procedimentos: Apresentação de exemplos práticos; Simulações em pequenos grupos (salas virtuais) ​ Sessão 4 (2h30min - online síncrona) Tema: Metodologias ativas – Parte II Conteúdos: Diferenciação pedagógica; Recursos multimodais e digitais Procedimentos: Discussão de casos concretos; Debate em grupo ​ Sessão 5 (2h30 - presencial) Tema: Práticas de leitura e escrita com intencionalidade pedagógica – Parte I Conteúdos: Leitura orientada e partilhada; Escrita como processo: planificação, revisão e publicação Procedimentos: Exploração de materiais didáticos; Elaboração de atividades práticas em grupo ​ Sessão 6 (2h30min - online síncrona) Tema: Práticas de leitura e escrita – Parte II Conteúdos: Leitura e escrita em diferentes géneros textuais Procedimentos: Elaboração de sequências didáticas; Partilha de experiências entre pares ​ Sessão 7 (2h30min - presencial) Tema: Avaliação das aprendizagens no domínio do português Conteúdos: Avaliação formativa e reguladora; Instrumentos e feedback eficaz Procedimentos: Construção e análise de instrumentos; Estudo de práticas avaliativas ​ Sessão 8 (2h30min – online síncrona) Tema: Avaliação e autonomia dos alunos Conteúdos/Atividades: Leitura de textos orientadores; Registo reflexivo no portefólio; Fórum de partilha de experiências ​ Sessão 9 (2h30 - online síncrona)Tema: Reflexão e construção colaborativa de práticas – Parte I Conteúdos: Análise crítica das práticas; Identificação de desafios Procedimentos: Dinâmicas de grupo; Discussão em plenário virtual ​ Sessão 10 (2h30 - presencial) Tema: Reflexão e construção colaborativa de práticas – Parte II Conteúdos: Apresentação de propostas de intervenção (portefólio); Avaliação final Procedimentos: Apresentação de trabalhos; Feedback entre pares e do formador

Metodologias

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS: A oficina terá a duração de 13 horas presenciais e três etapas fundamentais: 1. Uma componente presencial conjunta e online síncrona e assíncrona, onde serão explorados os conteúdos teórico-práticos e a orientação para elaboração de um portefólio. (12 horas) 2. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo: 25h 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta, do portefólio com os aspetos relevantes implementados na prática pedagógica. (3 horas presenciais) TRABALHO AUTÓNOMO: - Implementação de portefólio / metodologias na sala de aula / construção de materiais pedagógicos; - Preparação dos materiais para apresentação à turma, na última sessão; - Elaboração do portefólio, que incluirá uma reflexão crítica : autoavaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)

Avaliação

Os participantes procedem à apresentação de um portefólio sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Avaliação final do formando: • Ponderações: 25% participação nas sessões  e 75% para os portefólios desenvolvidos e reflexão crítica final do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular – de 5 a 6,4 valores; Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.

Modelo

A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.

Bibliografia

Borges, A. (2013). Práticas de leitura e escrita no 1.º ciclo: O trabalho com os textos no contexto escolar. Textiverso. Cruz, M. J. (2015). A leitura e a escrita no 1.º ciclo do ensino básico: Práticas de ensino e aprendizagem. Fundação Francisco Manuel dos Santos. Leal, T., & Morais, A. (Orgs.). (2021). Didática do português: Leituras e escritas em diferentes disciplinas. Pacto. Pinto, C. (2010). Didática do português no 1.º ciclo: Da teoria à prática. Edições Gailivro. Silva, C., & Sá, I. (2017). Oficinas de leitura e escrita: Propostas para o 1.º ciclo do ensino básico. Porto Editora.


Observações

FORMADORA MARGARIDA BAPTISTA LICENCIATURA: Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Ciências da Educação variante em Supervisão Pedagógica Diploma de Estudos Avançados; Conclusão do período de docência dos estudos universitários do terceiro ciclo do Programa de Doutoramento em Didática e Organização de Instituições Educativas; Bacharelato para o exercício do Magistério. Professora desde 1987 do 1ºciclo, presidente da assembleia de escola, coordenadora do centro de formação Agostinho da Silva da Região Sul; formadora residente do PNEP (programa nacional de ensino do português); coordenadora de departamento; adjunta da direção, desde julho de 2013 até agosto de 2019, no Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo; Coordenadora da equipa EMAEI no ano letivo 2018/2019; embaixadora digital e Assessora CFAE de Portimão e Monchique ano letivo 2020/2021; representante da autonomia e flexibilidade curricular do CFAE Portimão e Monchique; formadora acreditada pelo CCPFC desde 2002, em Didáticas Específicas (1.º ciclo), Supervisão Pedagógica e Educação Inclusiva. A seleção da formadora para esta ação de formação assenta na sua experiência consolidada no ensino da língua portuguesa no 1.º ciclo do ensino básico, bem como na sua familiaridade com os desafios concretos que os professores enfrentam no terreno educativo. Enquanto docentes do 1.º ciclo, a formadora proposta reúne um conjunto de competências que a torna especialmente adequada para conduzir esta oficina: • Conhecimento aprofundado do currículo e das Aprendizagens Essenciais de Português para o 1.º ciclo; • Experiência direta na aplicação de práticas pedagógicas diversificadas, com ênfase em metodologias ativas, oficinas de leitura e escrita, diferenciação pedagógica e avaliação formativa; • Capacidade de articulação entre a teoria e a prática, oferecendo aos formandos exemplos reais e aplicáveis no seu contexto de sala de aula; • Sensibilidade pedagógica para a realidade dos alunos do 1.º ciclo, nomeadamente no que respeita ao desenvolvimento da linguagem, aos ritmos de aprendizagem e às necessidades educativas específicas; • Participação anterior em projetos de formação contínua (Programa Nacional do Ensino do Português, Embaixadora Digital, Inclusão), comunidades de prática e dinâmicas colaborativas entre pares (representante da AFC), o que reforça a sua capacidade de facilitar momentos de reflexão, partilha e coaprendizagem. A escolha da formadora promove uma abordagem formativa mais próxima, contextualizada e significativa para os participantes, garantindo maior relevância, aplicabilidade e impacto nas práticas docentes.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
2 12-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Online síncrona
3 19-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
4 26-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Online síncrona
5 05-03-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
6 12-03-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Online síncrona
7 16-04-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
8 30-04-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Online síncrona
9 07-05-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Online síncrona
10 14-05-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial

INSCREVER-ME

328
350

Da Escola ao Mundo do Trabalho do Futuro
Docentes e Formadores técnicos dos cursos Profissionais

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Escola Secundária Júlio Dantas

É indispensável responder às necessidades de formação dos docentes do ES profissional decorrentes do imperativo de assegurar uma educação de qualidade a todos os alunos, e do desafio de preparar os jovens para o mundo do trabalho do futuro. Estudos recentes sinalizam a urgência de atender às projeções ...
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Ref. 2641 Inscrições abertas até 03-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137769/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 05-02-2026

Fim: 30-04-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Júlio Dantas

Formador

Isabel Quirino

Destinatários

Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio

Enquadramento

É indispensável responder às necessidades de formação dos docentes do ES profissional decorrentes do imperativo de assegurar uma educação de qualidade a todos os alunos, e do desafio de preparar os jovens para o mundo do trabalho do futuro. Estudos recentes sinalizam a urgência de atender às projeções sobre o mercado de trabalho, nomeadamente através da gestão flexível do currículo, da renovação de programas e do fomento de abordagens centradas no aluno e baseadas em processos colaborativos intersectoriais. A legislação portuguesa permite operacionalizar as referidas estratégias, nomeadamente o PASEO e a AFC. Recentemente, as escolas secundárias com ensino profissional têm vindo a desenvolver esforços tendo em vista a implementação de CTE, para a modernização de infra-estruturas e equipamentos e, simultaneamente, para o alinhamento da oferta formativa a áreas profissionais emergentes e de futuro. A par dos CTE, merece destaque o processo de renovação do CNQ em curso. O novo CNQ reflete informação relativa a áreas profissionais emergentes e de futuro, tanto ao nível da estrutura das qualificações apresentadas quanto ao nível dos resultados de aprendizagem associados a cada qualificação. Assim, considera-se de extrema pertinência e muito oportuna a capacitação dos docentes do ensino profissional no que diz respeito à temática Da Escola ao Mundo do Trabalho do Futuro, propondo-se a utilização da técnica de Job Shadowing para esse efeito. Nos últimos anos tem vindo a ser utilizada com professores, a partir do reconhecimento do papel que estes desempenham no apoio ao desenvolvimento vocacional dos alunos; é o caso do Reino Unido, onde a técnica Job Shadowing assume a designação teachers encounters with employers and employees.

Objetivos

No final do Oficina de Formação, os formandos deverão ser capazes de: 1. Identificar as principais tendências associadas à transformação do mundo do trabalho ao nível local, regional, nacional e internacional. 2. Caracterizar o papel do docente do ensino secundário profissional no desenvolvimento vocacional dos alunos; 3. Identificar oportunidades para a intervenção vocacional por parte dos docentes do ensino secundário profissional ao nível da sala de aula, ao nível das equipas educativas e ao nível da organização escolar; 4. Elaborar, de forma contextualizada, proposta de intervenção vocacional a desenvolver por iniciativa dos docentes do ensino secundário profissional; 5. Reflectir de forma crítica sobre o papel da escola na preparação dos jovens para o trabalho e no apoio à transição para o mercado de trabalho.

Conteúdos

Sessão 1 (2h) – O ensino secundário profissional e o futuro do mundo do trabalho Sessão 2 (3h) – O papel do docente do ensino secundário profissional no desenvolvimento vocacional Sessão 3 (3h) – Operacionalização da atividade de Job Shadowing (preparação Sessão 4 (7h) – Atividade de Job Shadowing (experiência Sessão 5 (3h) – Apresentação dos relatórios da atividade de Job Shadowing (expressão Sessão 6 (3h) – Oportunidades para a intervenção vocacional no ensino profissional (reflexão e integração Sessão 7 (4h) – Apresentação dos trabalhos a realizar pelos formandos na componente autónoma.

Metodologias

Presencial: Em sessões plenárias faz-se: - Apresentação e discussão de conceitos - Preparação e reflexão da atividade do Job Shadowing Em contexto real de trabalho - Realização da atividade de Job Shadowing a pares Em sessões plenárias - Partilhar a experiência - Refletir sobre a experiência - Apresentação dos trabalhos finais Trabalho Autónomo: Na componente de trabalho autónomo os formandos serão convidados a elaborar uma proposta concreta de intervenção no ensino secundário profissional. Esta proposta de intervenção deverá reflectir as aprendizagens realizadas no âmbito da oficina de formação, podendo assumir a configuração de proposta a implementar ao nível da sala de aula, ao nível das equipas educativas ou ao nível da organização escolar.

Avaliação

De acordo com o RJFCP – Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Processo de Formação (25 %): Partilha de conhecimentos; Participação nas atividades das Sessões; Realização das tarefas propostas (2) Produto da formação (60%): trabalho final (Qualidade: Estrutura e Conteúdo; Aplicabilidade, pertinência e adequação pedagógica) (3) Reflexão crítica individual (15%)

Modelo

A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.

Bibliografia

BLAKE, H., KASHEFPAKDEL, E. & HOOLEY, T. (2023). EVALUATION OF THE CAREERS & ENTERPRISE COMPANY’S TEACHER ENCOUNTERS PROGRAMME. Derby: International Centre for Guidance Studies, University of Derby.Hooley, T., Watts, A.G., Andrews, D. (2015). Teachers and Careers: The role of school teachers in delivering career and employability learning. Derby: International Centre for Guidance Studies, University of Derby.Petherbridge, J. (1996). Debriefing work experience: a reflection on reflection? British Journal of Guidance and Counselling, 24 (2), 243-257.Rice, S. & Hooley, T. (2024). How can and should secondary teachers be involved in building students’career knowledge and skills? A Delphy study of the expert community. Journal of Education and Work, 37 (5-6), 483-501.Nunes, L.C., Martins, P., Reis, P. & Thomas, T. (2025). A expansão dos cursos profissionais em Portugal: que impacto na educação, no emprego e no empreendedorismo? Policy Paper, Fundação Francisco Manuel dos Santos.


Observações

FORMADORA ISABEL QUIRINO

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
2 12-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 26-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 05-03-2026 (Quinta-feira) 15:00 - 18:30 3:30 Presencial
5 12-03-2026 (Quinta-feira) 15:00 - 18:30 3:30 Presencial
6 19-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 16-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 30-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 22:00 4:00 Presencial

INSCREVER-ME

350
354

Diversidade e Inclusão: Partilha de Práticas de sucesso com alunos estrangeiros

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Técnicos Especializados; Mediadores linguísicos e cuturais; Técnicos de Educação e Cultura

Escola Secundária Júlio Dantas

Num contexto de crescente diversidade cultural e migratória na região do Algarve, torna-se essencial promover a inclusão efetiva de alunos e famílias estrangeiras. Esta ação surge da necessidade de aprofundar o conhecimento sobre os desafios culturais e sociais e de valorizar as práticas de sucesso ...
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Ref. 2731 Inscrições abertas até 10-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD18/25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 11-02-2026

Fim: 11-02-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Júlio Dantas

Formador

José Carlos Pinto da Costa

Violante Maria Mira Ferreira Romão

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial; Técnicos Especializados; Mediadores linguísicos e cuturais; Técnicos de Educação e Cultura

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio e escolas associadas: AE Júlio Dantas, AE Gil Eanes, AE Vila do Bispo, AE PPM de Aljezur.

Enquadramento

Num contexto de crescente diversidade cultural e migratória na região do Algarve, torna-se essencial promover a inclusão efetiva de alunos e famílias estrangeiras. Esta ação surge da necessidade de aprofundar o conhecimento sobre os desafios culturais e sociais e de valorizar as práticas de sucesso desenvolvidas pelos agrupamentos, em particular o papel crucial dos mediadores linguísticos culturais e dos agentes de intervenção social em trabalho colaborativo com a gestão pedagógica/administrativa dos agrupamentos.

Objetivos

- Estimular a reflexão sobre os desafios e oportunidades da inclusão de alunos e famílias estrangeiras no contexto escolar. - Promover o reconhecimento e a valorização do trabalho colaborativo entre docentes, mediadores culturais e agentes sociais na construção de pontes culturais. - Incentivar a replicação e adaptação de boas práticas de mediação cultural e intervenção social em diferentes contextos escolares. - Reforçar o papel da escola como um espaço de acolhimento, diálogo intercultural e sucesso educativo para todos os alunos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Analisar o impacto da diversidade cultural e migratória no contexto educativo do Algarve. • Identificar os principais desafios de adaptação e integração enfrentados por alunos e famílias estrangeiras. • Propor estratégias de intervenção baseadas na Antropologia para a valorização da identidade cultural e o diálogo intercultural na escola. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ • Divulgar práticas pedagógicas e sociais concretas que promovam a inclusão. • Facilitar a troca de experiências e a replicação de boas práticas entre os agrupamentos. • Valorizar o trabalho dos mediadores linguísticos culturais e outros agentes de intervenção social.

Conteúdos

1.ª PARTE (60 min) Tema: "Inclusão e integração cultural nas escolas: contextos, conceitos e práticas" Conteúdos: O contexto: o Algarve como espaço de encontro intercultural A Escola como agente produtor e reprodutor de cultura - Sistemas de ideias e estruturas materiais-semióticas - A escola como estrutura estruturante estruturada - Inculcação e imposição - Cismogénese Para um currículo culturalmente inclusivo - A difícil relação entre identidade hegemónica e identidades múltiplas - Uma ética culturalmente responsável e relevante na Escola (coautoria, multirreferência, autonomia, cuidado, virtude, dignidade, consequência) - O papel dos diferentes agentes educativos na construção de uma ética culturalmente responsável e relevante Roda de coautoria: Partilha de ideias em círculo: cada participante completa a frase “Uma escola culturalmente inclusiva começa quando…”. Objetivo: reforçar a noção de responsabilidade coletiva e o papel dos diferentes agentes educativos. 2.ª PARTE Tema: Inclusão em Ação: Projetos e Estratégias de Sucesso nos Agrupamentos do CFAE Rui Grácio Mesa-redonda (90 min) 1. Apresentação das Práticas AE JÚLIO DANTAS – Inclusão em Movimento – O Percurso do GAAM AE GIL EANES – Mediadores Linguísticos e Culturais no AEGE AE PROFESSORA PIEDADE MATOSO – Projeto "O projeto “Sem Fronteiras” AE de VILA DO BISPO – "Acolher para Incluir: o papel do GAAF na integração de alunos(as) e famílias migrantes". 2. Discussão e Perguntas e Respostas: Debate moderado e perguntas da audiência (20 min). 3. Conclusões e sugestões.

Metodologias

- Conferência “ "Inclusão e integração cultural nas escolas: contextos, conceitos e práticas” - Mesa Redonda “Apresentação das Práticas por AE” seguida de Perguntas e Respostas da audiência

Modelo

A ação será avaliada mediante questionário online a preencher pelos formandos (obrigatório). Os participantes procedem a uma breve reflexão escrita online sobre a formação desenvolvida e a sua importância no seu desenvolvimento pessoal e profissional (obrigatória).


Observações

JOSÉ CARLOS PINTO DA COSTA José Costa possui doutoramento em antropologia desde 2011. Na sua prática, divide-se entre a investigação e a docência. Na investigação, colabora com o Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA), relacionado à Universidade Nova de Lisboa (NOVA), e com o Centro Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória (CITCEM), da Universidade do Porto. Coordena um grupo de investigação multidisciplinar sobre antropologia médica na NOVA e participa em várias equipas internacionais no âmbito de ações e projetos da European Cooperation in Science and Technology (COST), relacionada à Comissão Europeia. Na docência, lecionou em várias instituições do ensino superior e não superior. Encontra-se a lecionar História e Geografia de Portugal no Agrupamento de Escolas de Silves. É formador convidado do Centro de Formação Dr. Rui Grácio (Lagos, Aljezur e Vila do Bispo). VIOLANTE ROMÃO LICENCIATURA EM ENSINO – Variante de Educação Visual, ESEB, 1991 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Magister em Creatividade Aplicada, USC, 2001 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Curso de Inteligência Artificial e Tecnologias Emergentes na Aprendizagem, UL, ISLA de Santarém, 2025. É Professora desde 1991 de Educação Visual e Educação Tecnológica; Foi Coordenadora de Departamento (AEGE); Membro da Comissão Pedagógica do CFAE Dr. Rui Grácio; Representante da Autonomia e Flexibilidade Curricular do CFAE Rui Grácio (22/25); Assessora Técnico Pedagógica no CFAE Dr. Rui Grácio (2025/26). Formadora acreditada pelo CCPFC desde 2000 nos domínios: Animação de Grupos; Didáticas Específicas; Inovação Educacional; Investigação-Ação e Criatividade Aplicada à Educação. Capacitação de Formadores em Educação Inclusiva pela DGE (2023). É membro da equipa do Projeto Erasmus+ «Teacher Education Regenerated (TE_REG). Beyond Competencies. Rethinking and redesigning teacher education curricula in AI era», cujo coordenador europeu é a Universidade Católica de Louvaina, Bélgica.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2026 (Quarta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
355

IA: Usos Éticos e Pedagógicos da Inteligência Artificial na Escola

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

A crescente presença da Inteligência Artificial (IA) nas salas de aula redefine as fronteiras do ensino e da aprendizagem. Esta transformação representa simultaneamente uma oportunidade inovadora e um desafio significativo para o corpo docente. Apesar do potencial da IA para personalizar a aprendizagem, ...
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Ref. 2691 Inscrições abertas até 15-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138036/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 26-02-2026

Fim: 28-05-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

Formador

Violante Maria Mira Ferreira Romão

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio

Enquadramento

A crescente presença da Inteligência Artificial (IA) nas salas de aula redefine as fronteiras do ensino e da aprendizagem. Esta transformação representa simultaneamente uma oportunidade inovadora e um desafio significativo para o corpo docente. Apesar do potencial da IA para personalizar a aprendizagem, automatizar tarefas e apoiar a inclusão, muitos professores sentem-se despreparados para utilizar estas ferramentas de forma pedagógica, ética e segura. A lacuna entre o avanço tecnológico e a prática educativa exige uma resposta urgente e estruturada. Esta oficina de formação surge, portanto, como uma iniciativa estratégica para capacitar os professores na integração crítica e reflexiva da IA nas suas práticas letivas. Mais do que dominar ferramentas, trata-se de fomentar competências que valorizem a autoria intelectual, promovam ambientes de aprendizagem inclusivos e desenvolvam o pensamento crítico nos alunos. Para orientar este percurso formativo, serão exploradas técnicas de Prompt Engineering que permitam uma abordagem sistemática à integração da IA na educação, articulando dimensões pedagógicas, éticas, técnicas e sociais, propondo caminhos que respeitam os valores da educação democrática e humanista. Os participantes serão convidados a refletir, experimentar e construir práticas sustentáveis com IA, baseadas no rigor, na criatividade e na responsabilidade.

Objetivos

- Compreender as implicações da IA na educação e os seus riscos e potencialidades; - Aplicar técnicas de Prompt Engineering com rigor, criatividade e responsabilidade; - Desenvolver propostas pedagógicas com integração crítica da IA; - Refletir sobre práticas com IA, promovendo autonomia e pensamento crítico dos alunos.

Conteúdos

1. Fundamentos da IA e o seu uso em educação 2. Desafios éticos: privacidade, autoria, viés algorítmico 3. Exploração de técnicas de Prompting 4. Planeamento de atividades com IA: - Integração pedagógica da IA - Planeamento de atividades com IA: ética, autoria e inclusão - Avaliação crítica de outputs gerados por IA a partir de texto, imagem, áudio e vídeo - Simulações e casos práticos com ferramentas de IA (ex.: ChatGPT, Gamma APP, Canva, Suno, Capcut, NotebookLM, etc.) 5. Criação de sequências didáticas com ferramentas de IA 6. Apresentação e análise crítica dos trabalhos desenvolvidos. Estruturação das sessões: Sessão 1- Fundamentos da IA e o seu uso em educação - Leitura de referenciais, utilização do NotebookLM - 3 h presenciais Sessão 2 - Desafios éticos: privacidade, autoria, viés algorítmico - discussão em salas simultâneas com assistente de chatbot 2,20h online Sessão 3 - Apresentação e exploração do modelo CONFIA - utilização do Pictochart/Mapify/Napkin/Canva/Gamma - 2, 20 h online Sessão 4 - Avaliação crítica de outputs gerados por IA a partir de texto, imagem, áudio e vídeo - exploração em salas simultâneas a pares com assistentes de IA - 2,20 h online Sessão 5 - Modelos de integração pedagógica da IA com o modelo CONFIA - exploração individual com assistentes de IA - 2,20 h online Sessão 6 - Simulações e casos práticos com ferramentas de IA (ex.: ChatGPT, Gamma APP, Canva, Suno, Capcut, etc.) Exploração em salas simultâneas com assistentes de IA - 3 h -Presencial Sessão 7- Simulações e casos práticos com ferramentas de IA (ex.: ChatGPT, Gamma APP, Canva, Suno, Capcut, etc.) Exploração em salas simultâneas com assistentes de IA - 2,20 h online Sessão 8 - Criação de sequências didáticas; assistentes de chatbot; Tutores de IA; Feedback nos processos de avaliação formativa - 2,20 h online Sessão 9 - Criação de sequências didáticas; assistentes de chatbot; Tutores de IA; Feedback nos processos de avaliação formativa - 2,20 h online Sessão 10 - Apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta do trabalho do formando sobre o projeto / metodologias / materiais implementados na prática pedagógica.

Metodologias

Presencial: Oficina em regime b-learning com 25h síncronas e 25h autónomas. Inclui: - 3 Sessões presenciais (9h) e 7 sessões síncronas interativas (16h) online no Moodle do CFAE com dinâmicas de práticas de trabalho (individual, pares e pequenos grupos); - Exploração de ferramentas e estudo de casos; - Trabalho em grupos colaborativos; - Exploração de guiões e tutoriais. - Elaboração de um portefólio reflexivo e plano de aula com IA. A oficina terá três etapas fundamentais: 1. Uma componente presencial conjunta e online síncrona e assíncrona, onde serão explorados os conteúdos teórico-práticos e a orientação para elaboração de um projeto / implementação de metodologias e/ou materiais pedagógicos. (21 horas) 2. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo: 25h 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta do trabalho do formando sobre o projeto / metodologias / materiais implementados na prática pedagógica. (3 horas presenciais). Trabalho Autónomo: - Implementação de projetos / metodologias na sala de aula / construção de materiais pedagógicos; - Preparação dos materiais para apresentação à turma, na última sessão; - Elaboração do relatório crítico: autoavaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)

Avaliação

Os participantes procedem à apresentação de um relatório crítico sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Avaliação final do formando: Ponderações: 25% participação nas sessões e 75% para os trabalhos desenvolvidos e relatório final do formando. Sendo que: - Participação nas sessões e fóruns (25%) - Elaboração de um portefólio reflexivo (35%) - Plano de aula ou projeto com IA aplicado no contexto educativo (40%). - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular – de 5 a 6,4 valores; Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.

Modelo

A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.

Bibliografia

Neves, M. (2025). Newsletter «Unlock AI:Shape the Future - AI in 5 Minutes». January 26, 2025. Linkedin. https://www.linkedin.com/pulse/unlock-aishape-future-ai-5-minutes-marco-neves-jk2uf/?trackingId=Ce64UZbhQTG65IXKGmMI9Q%3D%3DBoonstra, L. (2025). Guia Avançado de Prompt Engineering do Google. Fevereiro de 2025. Google. https://www.kaggle.com/whitepaper-prompt-engineeringCouncil of Europe (2022). Artificial Intelligence and Education. A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law. Council of Europe Publishing. https://rm.coe.int/artificial-intelligence-and-education-a-critical-view-through-the-lens/1680a886bdINCoDe. 2030 (2020). AI Portugal 2030. An innovation and growth strategy to foster Artificial Intelligence in Portugal in the European context. https://observatorio.incode2030.gov.pt/wp-content/uploads/2022/05/Estrat%C3%A9giaAI2030-1.pdfUNESCO (2025). Miao, F. & Cukurova, M . Marco referencial de competências em IA para professores. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000394281.locale=en


Observações

FORMADORA VIOLANTE ROMÃO LICENCIATURA EM ENSINO – Variante de Educação Visual, ESEB, 1991 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Magister em Creatividade Aplicada, USC, 2001 PÓS-GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO: Curso de Inteligência Artificial e Tecnologias Emergentes na Aprendizagem, UL, ISLA de Santarém, 2025. É Professora desde 1991 de Educação Visual e Educação Tecnológica; Foi Coordenadora de Departamento (AEGE); Elemento da Comissão Pedagógica do CFAE Dr. Rui Grácio; Representante da Autonomia e Flexibilidade Curricular do CFAE Rui Grácio (22/25); Assessora Técnico Pedagógica no CFAE Dr. Rui Grácio (2025/26). Formadora acreditada pelo CCPFC desde 2000 nos domínios: Animação de Grupos; Didáticas Específicas; Inovação Educacional; Investigação-Ação e Criatividade Aplicada à Educação. Capacitação de Formadores em Educação Inclusiva pela DGE (2023). É membro da equipa do Projeto Erasmus+ «Teacher Education Regenerated (TE_REG). Beyond Competencies. Rethinking and redesigning teacher education curricula in AI era», cujo coordenador europeu é a Universidade Católica de Louvaina, Bélgica.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 26-02-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
2 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:40 2:10 Online síncrona
3 12-03-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:40 2:10 Online síncrona
4 19-03-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:40 2:10 Online síncrona
5 26-03-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:40 2:10 Online síncrona
6 16-04-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
7 30-04-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
8 07-05-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:40 2:10 Online síncrona
9 14-05-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:40 2:10 Online síncrona
10 21-05-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

355
359

Como Intervir nas Perturbações do Espetro do Autismo
Professores de Educação Especial

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores dos Grupos 910, 920 e 930

Plataforma Moodle do CFAE Dr. Rui Grácio

O processo de inclusão de crianças e jovens com perturbações do espetro autista (PEA) é uma realidade em contexto escolar e acontece quer com a criança/jovem a frequentar a sala de aula em conjunto com o grupo/turma quer em unidades de ensino estruturado. Estas crianças apresentam perfis de ...
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Ref. 2661 Inscrições abertas até 30-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137201/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 14-04-2026

Fim: 29-05-2026

Regime: e-learning

Local: Plataforma Moodle do CFAE Dr. Rui Grácio

Formador

Eduarda Maria de Almeida Mimoso Correia

Destinatários

Professores dos Grupos 910, 920 e 930

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio

Enquadramento

O processo de inclusão de crianças e jovens com perturbações do espetro autista (PEA) é uma realidade em contexto escolar e acontece quer com a criança/jovem a frequentar a sala de aula em conjunto com o grupo/turma quer em unidades de ensino estruturado. Estas crianças apresentam perfis de funcionalidades muito díspares e características muito peculiares que devem ser do conhecimento de todos os profissionais de educação. Este conhecimento permite que o profissional de educação não só compreenda melhor a população com PEA, conseguindo sensibilizar e informar o grupo/turma onde elas se encontram inseridas, assim como lhe possibilita uma adequada intervenção pedagógica. É pertinente que a formação contínua de professores incida sobre áreas específicas de intervenção no âmbito da educação especial.

Objetivos

- Conhecer as características clínicas da população com PEA. - Conhecer estratégias para a promoção de aprendizagens em contexto de sala de aula. - Conhecer estratégias para a promoção de aprendizagens. - Organizar e desenvolver programas de intervenção de acordo com as necessidades educativas individuais e tendo em conta o perfil de funcionalidades da criança/jovem com PEA.

Conteúdos

1- Caracterização das Perturbações do Espetro Autista. 1.1- Noção de “espetro do autismo” – do autismo de Canner ao autismo de elevado funcionamento. 1.2- Critérios de avaliação diagnóstica nas PEA (DSM5). 1.3- Características Clínicas 1.3.1- A tríade clínica 1.3.2- Sensibilidade sensorial 1.3.3- Capacidades cognitivas 1.3.4- Disfunção motora 2- A intervenção em diferentes contextos educativos. 3- Estratégias para a promoção de aprendizagens. 4- Elaboração de programas de intervenção de acordo com as necessidades educativas individuais e tendo em conta o perfil de funcionalidades da criança/jovem com PEA – O Dec. Lei 54/2018, alterado pela Lei 116/2019 de 13 de setembro. 5- Apresentação de casos.

Metodologias

A presente ação de formação será orientada com sessões teóricas e sessões teórico-práticas em que os formandos participarão na resolução de questões e problemas colocados no decorrer da sessão em pequenos grupos. A formação pode ser ministrada on-line.

Avaliação

Os formandos deverão apresentar um trabalho escrito individual, num tema relacionado com a formação ministrada e acordado com a formadora. As classificações são atribuídas na escala de 1 a 10 com a respetiva menção qualitativa, de acordo com o n.º 2 do artigo 46.º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro.

Modelo

A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.

Bibliografia

Attwood, T. (2010). Tudo sobre a síndrome de Asperger (M. Pessegueiro, C. Ferreira e M. J. Ferreira, Trad.). Lisboa: Verbo (Obra original publicada em 2007).Attwood, T., Faherty, C., Wagner, S., Iland, L., Wrobel, M., Bolick, T., Myers, J. M., Snyder, R., & Temple, G. (2011). Asperger no feminino (S. F. Lopes, Trad.). Lisboa: Verbo (Obra original publicada em 2006).Attwood, T., Faherty, C., Wagner, S., Iland, L., Wrobel, M., Bolick, T., Myers, J. M., Snyder, R., & Temple, G. (2011). Asperger no feminino (S. F. Lopes, Trad.). Lisboa: Verbo (Obra original publicada em 2006).De Lima, Cláudia Bandeira. (2012). Perturbações do Espetro do Autismo. Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel - edições técnicas.


Observações

FORMADORA EDUARDA CORREIA

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-04-2026 (Terça-feira) 18:30 - 22:30 4:00 Online síncrona
2 21-04-2026 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
3 28-04-2026 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
4 05-05-2026 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
5 12-05-2026 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
6 19-05-2026 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
7 26-05-2026 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
8 29-05-2026 (Sexta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

359
362

Inteligência Emocional na Educação - da teoria à prática

Curso

 

26.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

A Inteligência Emocional (IE) é uma das áreas mais importantes do nosso desenvolvimento, pois é através dela que nos permitimos conhecer a nós mesmos e a quem nos rodeia! Pois é através dela que desenvolvemos a melhor versão de nós mesmos e que nos permitimos conquistar o mundo! Pois é através dela que ...
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Ref. 2651 Inscrições abertas até 30-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137223/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 26.0 horas

Início: 16-04-2026

Fim: 14-05-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Júlio Dantas e Moodle do CFAE Rui Grácio

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Dr. Rui Grácio

Enquadramento

A Inteligência Emocional (IE) é uma das áreas mais importantes do nosso desenvolvimento, pois é através dela que nos permitimos conhecer a nós mesmos e a quem nos rodeia! Pois é através dela que desenvolvemos a melhor versão de nós mesmos e que nos permitimos conquistar o mundo! Pois é através dela que melhoramos o relacionamento connosco mesmos e com os outros! Pois é através dela que ficamos mais disponíveis para aprender! Pois é através dela que conseguimos resolver os problemas e os desafios que nos surgem, assim como os conflitos! Pois é através dela que alcançamos maior bem-estar pessoal e social! Sabemos hoje que a IE é uma habilidade que faz parte de um processo de desenvolvimento contínuo para lidar com as situações complexas já existentes e com as que ainda irão surgir. É um processo que se desenvolve e aperfeiçoa ao longo de toda a nossa vida! (Goleman, D., 1998). A formação pretende sustentar-se na base humanista da construção do perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. Pretende criar condições para fazer emergir a inteligência emocional no contexto educativo, tendo o professor como elemento de referência. Assim, a ação permitirá partir dos princípios, valores e áreas de competência preconizados, disponibilizando ao professor ferramentas que promovam o potencial de cada aluno, para que se construa e sedimente como um todo.

Objetivos

Proporcionar aos professores oportunidade de debate e esclarecimento sobre qual a mensagem que nos traz o comportamento do aluno; 2. Desenvolver conceitos relacionados com Inteligência Emocional e Necessidades da Infância/adolescência; 3. Impactar no contexto escolar, através do adulto de referência enquanto veículo promotor: a. Da diminuição da agressividade e dos comportamentos de risco/disruptivos em contexto escolar; b. Do aumento do sucesso escolar; c. Da diminuição da indisciplina, da agressividade e da violência; d. Da redução da desmotivação e o aumento da motivação para as aprendizagens académicas; e. Da melhoria dos comportamentos pró sociais; f. Da melhoria dos relacionamentos intra e interpessoais; g. Da melhoria das competências sociais e emocionais; h. Da redução da ansiedade e do stress; i. Do desenvolvimento da escuta ativa, da empatia e da comunicação assertiva; j. Da legitimação das emoções

Conteúdos

Necessidades emocionais e afetivas das crianças/jovens nas diferentes etapas de desenvolvimento; 2. O professor como impulsionador da Inteligência Emocional no contexto escolar; 3. Habilidades Emocionais. 3.1. Perceção emocional: perceção das emoções em si mesmo e nos alunos. 3.2. Compreensão emocional: denominar, compreender e expressar emoções. 3.3. Facilitação emocional: utilizar emoções. 3.4. Gestão emocional. 4. A neurofisiologia da aprendizagem.

Metodologias

Expositiva – a partir da exposição de conteúdos oralmente, com suporte a textos, gráficos e imagens e exposição de slides; 2. Demonstrativa – realização de atividades com os formandos, para que possam posteriormente implementar na sua sala de aula (ex. exercícios de autorregulação); 3. Discussão orientada – partilhas de experiências e pontos de vista para convergir num espaço de acolhimento, validação e aprendizagem conjunta; 4. Simulação – roll play entre formadoras e entre formandos para simular situações reais; 5. Jogos – entre formandos para exemplificar como poderão aplicar em contexto de sala de aula o desenvolvimento de competências de forma mais ativa, envolvente e motivadora para os alunos. Trabalho

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre atividades concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas. Refira-se ainda aque a avaliaçáo tem em conta os critérios definidos pelo Centro de formação: Participação e envolvimento 10% Reflexão e argumentação 20% Autonomia e Cooperação 20% Produções em sessão ou trabalho individual 20% Relatório de ReflexãoCrítica 30%

Modelo

A ação será avaliada pelos formandos através do preenchimento de uma ficha online. O formador elaborará um relatório de avaliação do impacto da formação.

Bibliografia

Bisquerra, R. (2009). Psicopedagogía de las emociones. Síntesis: MadridCosenga, R.M. & Guerra, L.B. (2011). Neurociência e Educação: como o cérebro aprende. Artmed: Porto AlegreCorreia, A.I. (2021). Gestão de Emoções para professores e educadores. Livros Horizonte: LisboaCury, A. (2020). 20 Regras de ouro para educar filhos e alunos. Pergaminho: LisboaFaber, A. & Mazlish, E. (2012). Como falar para as crianças ouvirem e ouvir para as crianças falarem. Guerra e paz: Lisboa


Observações

FORMADORA RITA GUAPO Rita Guapo trabalha como psicóloga escolar desde 2005, desenvolvendo atividade formativa com pais, professores e assistentes operacionais desde então, fundamentalmente nos domínios da Educação Socioemocional, da Educação para a Cidadania e da Psicologia e Disciplina Positiva. É psicóloga especialista em Psicologia Clínica e Psicologia da Educação, com Mestrado em Psicologia da Educação e certificação internacional do âmbito da Disciplina Positiva. Tem também uma pós-graduação em Parentalidade Positiva.


INSCREVER-ME

362